terça-feira, 28 de agosto de 2012

A física explicaria a foto Tirada em Imbituba de uma ilha inexistente?

               Refração ou quem sabe até mesmo uma comprovação de
                                  um buraco de minhoca?
 
Avistamento da Ilha, fotografada por um celular ao lado da ilha Santana de Fora/Imbituba/SC

                                                           Primeiro assista o vídeo abaixo:


 Programa Estúdio Santa Catarina/RBS TV


1. MIRAGEM:

Miragem é um fenômeno óptico que ocorre por refração da luz e que, apesar de muitas pessoas o considerarem irreal, é possível fotografá-lo. Neste artigo você saberá como a miragem ocorre e por que é possível fotografá-la.

 Palavra miragem vem da palavra francesa "mirage", que significa ser refletido. Uma miragem é um efeito óptico real (ao contrário do que muitas pessoas pensam, não é uma ilusão de ótica) que ocorre na atmosfera e que pode inclusive ser fotografado.
O fenômeno físico que explica essa miragem, assim como muitas outras, é a refração. Quando um feixe de luz passa de um meio mais refringente para um menos refringente ele se afasta da direção perpendicular à superfície (ou seja, a direção normal) que separa os dois meios.
A miragem marítima ocorre por uma distribuição de temperatura inversa. Sobre a camada de ar resfriada pelo mar, acumula-se ar quente, que pode ter sido transportado por um vento terrestre quente. Na superfície que está acima do observador, formam-se, através de uma reflexão total, imagens invertidas de navios, que devido à curvatura da Terra ainda não podem ser vistos. Mas também imagens diretas e suspensas sobre o horizonte são possíveis.

Imagem de um navio que sofreu refração
      
               2. Ou Buraco de Verme ou de minhoca

                                                         
 
Em física, um buraco de verme ou buraco de minhoca é uma característica topológica hipotética ( mas não descartado e muito mais interessante) do continuum espaço-tempo, a qual é, em essência, um "atalho" através do espaço e do tempo. (veja o vídeo abaixo, muito bom)


Um buraco de verme possui ao menos duas "bocas" conectadas a uma única "garganta" ou "tubo". Se o buraco de verme é transponível, a matéria pode "viajar" de uma boca para outra passando através da garganta. Embora não exista evidência direta da existência de buracos de verme, um contínuum espaço-temporal contendo tais entidades costuma ser considerado válido pela relatividade geral.

 

O termo buraco de verme (wormhole em inglês) foi criado pelo físico teórico estadunidense John Wheeler em 1957. Todavia, a ideia dos buracos de verme já havia sido proposta em 1921 pelo matemático alemão Hermann Weyl em conexão com sua análise da massa em termos da energia do campo eletromagnético.
Esta análise força a se considerar situações em que há um fluxo de rede de linhas de força através do que os topologistas poderiam chamar de alça ou espaço multiplamente conectado e que os físicos poderiam ser desculpados por denominar mais vividamente de 'buraco de verme'.
John Wheeler em Annals of Physics
Muitos moradores tbém viram esta ilha, e outros municípios vizinhos, tbém alegaram ter visto algo semelhante, como é o caso de Laguna/SC
                       

O nome "buraco de verme" vem de uma analogia usada para explicar o fenômeno. Da mesma forma que um verme que perambula pela casca de uma maçã poderia pegar um atalho para o lado oposto da casca da fruta abrindo caminho através do miolo, em vez de mover-se por toda a superfície até lá, um viajante que passasse por um buraco de verme pegaria um atalho para o lado oposto do universo através de um túnel topologicamente incomum.
                       
      Veja esta explicação no programa do Jô Soares - Rede Globo de Televisão     







2 comentários:

  1. Báá, já entrou pra lista de próximos livros q eu vou comprar. EAOIEOIAE

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