quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Morre Mandela, o guerreiro africano, o herói de minha geração!

                      
Durante 67 anos, Nelson Mandela dedicou sua vida ao serviço da humanidade, como advogado defensor dos direitos humanos, como preso de consciência, trabalhando pela paz e como primeiro presidente democraticamente eleito em uma África do Sul livre. 
Nelson Mandela, 95 anos, foi o primeiro presidente negro da África do Sul. Ele comandou o país entre 1994 e 1999 e foi símbolo da luta contra o racismo.
Mandela ficou preso por 27 anos por ter lutado contra o regime do apartheid,  Após ser libertado, em 1990, Mandela assumiu a presidência do país.

Em 1993, ganhou o prêmio Nobel da Paz, junto com o último presidente do apartheid, Frederick de Klerk. Foi um reconhecimento por sua atuação na negociação para instaurar a democracia no país.

Mandela deixou a presidência em 1999 e passou a se dedicar a campanhas para diminuir os casos de Aids na África do Sul, emprestando seu prestígio para arrecadar fundos para o combate à doença.


 Regime de segregação racial no qual Mandela lutou contra, foi adotado de 1948/94  na África do Sul, discriminando os negros comandados por uma minoria branca.
Sobre a discriminação racial: "Odeio que se instile sistematicamente nas crianças o preconceito baseado na cor e me sinto apoiado nesse ódio pelo fato de que a imensa maioria da humanidade, aqui ou no exterior, concorda com a minha maneira de pensar. Odeio a arrogância racial que decreta que as coisas boas da vida devem serguir sendo direito exclusivo de uma minoria da população e que reduz a maioria da população a uma condição de servilismo e inferioridade e a mantém como rebanho desprovido que trabalha onde mandam e se comporta como lhe diz a minoria governante". (Declaração em juízo, Pretória, 15 de outubro a 7 de novembro de 1962)

"A queixa dos africanos não é apenas que são pobres e os brancos ricos, mas que as leis feitas pelos brancos têm o objetivo de preservar essa situação. Mandela'

Em 2004, aos 85 anos, ele anunciou que se retiraria da vida pública para passar mais tempo com a família e os amigos. A saúde debilitada, principalmente pelos anos de prisão e trabalhos forçados na ilha de Robben Island, afastou "Madiba", como é chamado em seu país, da política.

Sua última aparição pública foi em 2010, durante a cerimônia de encerramento da Copa do Mundo, na África do Sul. Já aos 92 anos, o líder sul-africano dificilmente participava de qualquer tipo de evento, devido à saúde frágil.
Foi hospitalizado diversas vezes por problemas de saúde, principalmente respiratórios, até vir a falecer nesta quinta-feira, 05/12/2013.
ADEUS HERÓI! VOCÊ DEIXOU O MUNDO MUITO MELHOR DO QUÊ  O ENCONTROU, MUITO OBRIGADA ! Ao publicar este post, não resisti e chorei! Profª Jackie


terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Resultado da UDESC e ACAFE - 2014

Os aprovados no vestibular de verão 2014 da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e do Sistema Acafe serão conhecidos nesta sexta-feira dia 06/12/2013. O listão de ambas as instituições está previsto para ser divulgado à tarde pela internet.


Muita calma nesta hora!

Para minha completa felicidade: Como virei Gestora do Programa Mulheres Mil - Tubarão e Capivari - SC

Este ano de 2013, me reservou algumas surpresas!
 Quando penso que minha vida profissional não mais me surpreenderia, lá veio mais novidades. Foi assim que me tornei Gestora do Programa Mulheres Mil , este maravilhoso programa que tem como objetivo oferecer as bases de uma política social de inclusão e gênero, mulheres em situação de vulnerabilidade social. E que tem apresentado muito êxito perante a sociedade brasileira!

                                                   Professora e Gestora Jackie Fernandes

Para vocês nossos momentos

Nossas borboletas prontas para o voo
Guirlandas confeccionadas por elas
Economia solidária



Matemática na cozinha
                                                    Rir é sempre o melhor remédio
Aula - Doidas e Santas - rimos muito


Aula Inaugural - Capivari de Baixo com Sandra e Ania, grandes Mulheres

Santas? Fala sério, rsrsrsrrs

Aula inaugural - Tubarão
Visita Reitoria IFSC  Fpolis


Aula Inaugural Capivari de Baixo



Passeio em Florianópolis, um abraço na velha figueira

Condutoras Culturais em Fpolis

Com Prefeito e 1ª Dama em sala - Tubarão


Dia 12/12/2013 - Essas garotas vão se formar, e eu ajudei para que isso fosse possível, claro que jamais poderei  deixar de agradecer a Sandra Scremim, Adilson Jair e Rita Flôr meus diretores e maravilhosos profissionais, por acreditarem em meu trabalho e me oferecerem tamanha oportunidade profissional.

Agradeço também  muito à Deus por me permitir o dom de ensinar!
 O mestre nasce da exuberância da felicidade. E, por isso mesmo, quando perguntado sobre a sua profissão, os professores deveriam ter coragem para dar a absurda resposta: "Sou um pastor da alegria…" Mas, é claro, somente os seus alunos poderão atestar da verdade da sua declaração…

(Rubem Alves)



segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

É proibido proibir?

A polêmica sobre a publicação de biografias não autorizadas no Brasil vem ganhando destaque na imprensa. Como resultado, o tema foi parar no STF (Supremo Tribunal Federal)

Mas por que estamos falando tanto sobre a produção de biografias?

O questionamento gira em torno de um projeto de lei que visa alterar os artigos 20 e 21 do Código Civil Brasileiro, de 2002, aprovado em abril deste ano pela Comissão de Cidadania e Justiça. 

O artigo 20 diz que o uso da imagem de uma pessoa, a divulgação de escritos, ou a transmissão da palavra pode ser proibido ou gerar a “indenização que couber, se lhe atingirem a honra, a boa fama ou a respeitabilidade, ou se se destinarem a fins comerciais”. Já o artigo 21, especifica que “a vida privada da pessoa natural é inviolável”.

O projeto de lei, de autoria do deputado Newton Lima, incluiria um novo parágrafo visando garantir a divulgação de imagens e informações biográficas sobre pessoas públicas, vivas ou mortas, cuja trajetória pessoal seja de interesse da coletividade, sem que, para isso, seja necessária autorização prévia dos familiares ou biografados.
Os biógrafos defendem o projeto, pois assim como as editoras, consideram que os artigos 20 e 21 são formas de censura. 
Do outro lado, artistas consagrados da MPB como Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Gilberto Gil, Caetano Veloso e Chico Buarque criaram um movimento contra a publicação de biografias não autorizadas, o Procure Saber -- negando que essa postura seja uma forma censura. Segundo os artistas, a vida deles não é algo público e a proibição é uma forma de se prevenir de calúnias e injúrias.

Herdeiros na disputa


Os herdeiros de autores como Mário de AndradeGuimarães Rosa e Cecília Meireles conseguiram evitar que suas biografias fossem publicadas. A biografia de Noel Rosa, lançada em 1990, por João Máximo e Carlos Didier, não foi reeditada devido à ação de herdeiros do compositor. Num dos casos mais polêmicos, há seis anos, Roberto Carlos conseguiu, com uma ação na Justiça, proibir a biografia "Roberto Carlos em detalhes", escrita por Paulo César de Araújo, alegando invasão de privacidade. O livro foi retirado de todas as lojas, embora seja encontrado com facilidade na internet.
Em outros casos, como no do cangaceiro Lampião, uma biografia foi retirada de circulação porque, segundo a família, o livro Lampião, o Mata Sete, do Pedro Morais, vendia uma informação errada: a de que Lampião era gay, e Maria Bonita uma adúltera.
A discussão coloca em lados opostos os direitos da liberdade de expressão e do acesso à informação, ambos, direitos garantidos pela Constituição, no artigo 5º.
O presidente do Supremo, Joaquim Barbosa, já se manifestou sobre o assunto, dizendo que “o ideal seria liberdade total de publicação, com cada um assumindo os riscos. Quem causar dano deve responder financeiramente". Caso a publicação ofenda o biografado, Barbosa defende o pagamento de multas, aplicadas pela justiça.
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quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Questões de Geografia e Atualidades no Enem/2013

                                A área de Ciências Humanas e suas Tecnologias                           
Como foi? deixe sua opinião

Apresentaram conteúdos referentes ao processo de globalização, relacionando o tema com a música Disneylândia, dos Titãs. Também apareceram perguntas sobre a urbanização brasileira e mundial, os meios de transporte no território nacional (intermodalidade), além da questão palestina e da construção de hidrelétricas na região da Amazônia Legal na última década, diz um dos analistas.Segundo alguns professores: “Questões mais simples envolveram assuntos como os efeitos da chuva ácida no meio ambiente, um fragmento de texto do livro Os sertões para identificar a formação vegetal predominante no Nordeste seco, além da interpretação de um gráfico relativo às taxas de fecundidade no Brasil.”


Havia questões sobre reforma agrária, protestos na Europa em 2011 e território palestino. Entre as 45 questões de ciências humanas, havia uma pergunta sobre a reforma agrária que confrontava um excerto de um texto do MST (Movimento Sem Terra) prol reforma agrária e outro texto contrário e favorável à existência de latifúndios com agronegócio. A questão pedia para analisar as distintas visões sobre a reforma agrária.



Outra pergunta abordava a questão palestina e trazia um texto de jornal que citava o fato de que, quando se acessava um site de buscas da Cisjordânia, em vez de "territórios palestinos", o Google escrevia agora "Palestina" logo abaixo do seu logo.

Quem esperava por questões sobre os protestos de junho no Brasil se decepcionou no primeiro dia de prova. As únicas manifestações citadas aconteceram na Espanha em 2011 e estavam relacionadas com a crise do sistema financeiro.

Beijos queridos, continuamos de olho!

Profª  Jackie

sábado, 9 de novembro de 2013

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Você sabe quem são os Black Blocs? Não? Aprenda agora!

black bloc
As roupas e máscaras pretas, que dão nome à tática, visam garantir o anonimato dos indivíduos participantes, caracterizando-os, em conjunto, como um único e imenso bloco.

Black bloc (do inglês black, negro; bloc, agrupamento de pessoas para uma ação conjunta ou propósito comum, diferentemente de block: bloco sólido de matéria inerte) é o nome dado a uma ação direta, caracterizada pela ação de grupo de mascarados e vestidos de preto que se reúnem para protestar em manifestações de rua.
Movimento Black Bloc no Rio de Janeiro
Movimento Black Bloc no Rio de Janeiro - Gabriela Batista
 Esses grupos são estruturas efêmeras, informais, não hierárquicas e descentralizadas. Unidos, adquirem força suficiente para confrontar a polícia, bem como atacar e destruir propriedades públicas e privadas.

               Black Blocs diferenciam-se de outros grupos anticapitalistas por:

a) Frequentemente realizarem ataques à propriedade privada, como forma de chamar a atenção para sua oposição ao que consideram símbolos do capitalismo, às corporações multinacionais e aos governos que as apoiam. 

b) Pode haver vários grupos black bloc dentro de uma única manifestação, com diferentes formas e táticas

c) Os grupos Black Bloc se constituem principalmente de anarquistas e integrantes de movimentos afins ( anticapitalistas e anti-globalização), que se organizam em conjunto para determinada ação de protesto.

d) "Não somos violentos, jamais atacamos pessoas", protestam os "veteranos" do bloco. "Não é violência destruir os símbolos do capitalismo selvagem, da exploração, da globalização" - lojas, bancos, carros de luxo. Nunca andam armados. Objetos simples, muitas vezes encontrados pelo caminho, são transformados em armas improvisadas (pedras, extintores de incêndio, placas de trânsito, vergalhões de aço encontrados em canteiros de obras). O importante é ser imprevisível, incontrolável e visível apenas no breve momento da ação, graças à inconfundível máscara e às roupas pretas.

                       Algumas ações dos Black Blocs no Brasil e no mundo                        

a) No Rio de Janeiro e em São Paulo, em 2013, não foi diferente: enfrentaram a polícia com paus e pedras, quebraram vitrines de lojas e bancos (que consideram símbolos do capitalismo), fizeram barricadas incendiando lixeiras, destruíram veículos (principalmente carros da polícia)

b) EUA, durante as manifestações contra o Pentágono (1988) 

c) Primeira Guerra do Golfo (1991). 

d) Seattle (30 de novembro a 4 de dezembro de 1999) durante as manifestações contra a conferência de ministros dos países membros da OMC

e) Praga (26 a 28 de setembro de 1999), quando a cidade foi ocupada durante a reunião dos países membros do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial

f) O Black Bloc também apareceu emGotemburgo (14 e 15 de junho de 2001) nas manifestações contra o Conselho Europeu.

g) Em Gênova (20 de julho de 2001), durante a cúpula do G8, as manifestações destruíram partes da capital da Ligúria. Na época, houve suspeitas de que grupos Black Blockestivessem atuando como provocadores, em cumplicidade com a polícia. Mais tarde, ficou claro que havia policiais infiltrados nos grupos. Além disso, os Black Bloc foram criticados por outros ativistas, por provocarem uma violenta reação da polícia, o que, além de inviabilizar as manifestações pacíficas de diferentes organizações, resultou na morte do jovem Carlo Giuliani, por um policial. 

h) Em Québec (20 de abril de 2007) durante a cúpula das Américas, os Black Bloc destruíram as redes metálicas que protegiam o local da reunião. Tais redes haviam sido definidas pelos manifestantes como o muro da vergonha

i) Em 2009, a City, o centro financeiro de Londres, foi transformada em praça de guerra durante os protestos contra a reunião do G-20. A tropa de choque tentou dispersar os manifestantes, e um homem acabou morto.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Peguntas e respostas sobre o Leilão do Pré-sal Brasileiro

Ou será mentiras e verdades?
 1. Onde fica o Campo de Libra?
Libra fica na Bacia de Santos, a 170 km do litoral do Estado do Rio de Janeiro. Tem cerca de 1,5 mil km quadrados - a maior área de exploração do mundo, segundo a Agência Nacional de Petróleo

2. O que é leilão de Libra?

O leilão do Campo de Libra, na Bacia de Campos,é o primeiro do pré-sal sob as novas regras do modelo de partilha, em que parte do óleo extraído pelas empresas fica com a União. O tempo de concessão é de 35 anos e ocorreu no dia 21/10/2013, sob o regime de partilha de produção, áreas para exploração de petróleo e gás natural na região brasileira do pré-sal. É considerado o maior leilão do mundo neste genêro.
Um consórcio formado por Petrobras e mais quatro empresas venceram o leilão do Campo de Libra,

Mentira  Leilão não é privatização.   (?????????)
Neste caso quem ganhar o leilão terá direito de explorar o campo por mais de 30 anos. Nestas décadas, a  petrolífera estrangeira vai secar  a reserva. Petróleo não tem duas safras. São reservas que não se renovam e levam milhões de anos para se formar.O que teremos de volta?

2. Por que leiloar o Campo de Libra?

Por ser em uma área de grande profundidade, a exploração torna-se extremamente cara.


Mentira - O Brasil não possui tecnologia nem recursos financeiros para produzir no pré-sal.(????)

a) Quem desenvolveu a tecnologia inédita no mundo que permitiu a descoberta do pré-sal foi a Petrobrás; 
b) A Petrobrás possui  reservas de, no mínimo,  60 bilhões de barris de petróleo. O equivalente a pelo menos 6 trilhões de dólares, cotando o barril à média de 100 dólares. Com uma garantia dessas, que banco deixará de financiar a Petrobrás?

3.  Como funciona o regime de partilha?
No regime de partilha, empresas repartem com o governo o resultado da exploração. A empresa paga um bônus à União ao assinar o contrato e faz a exploração por sua conta e risco. Se achar petróleo, será remunerada em petróleo pela União por seus custos. Além disso, receberá mais uma parcela, que é seu ganho. O restante fica para a União.

3. Com quantos por cento o Brasil ficou neste leilão?

 A Petrobras, será a operadora única do Pré-Sal, garantindo um mínimo de 30% de participação no consórcio vencedor + 10%  = 40%

4. Como vai ser este contrato de partilha ?

O contrato de partilha será válido por 35 anos, quatro desses voltados à exploração dos recursos e os demais ao desenvolvimento e produção.

5. Como fica os royalties desta exploração (impostos)?


Os royalties pagos equivalerão a 15% do volume total da produção de petróleo e gás, o que deve render valor superior a R$ 1 trilhão em 30 anos, segundo o governo.

6. Que destino terão estes royalties (impostos sobre a exploração do petróleo)?


De acordo com a lei aprovada em setembro de 2013, 75% dos royalties do petróleo serão destinados para a educação e 25% para a saúde. (esperamos que sim)

7. Qual foi o valor que o Brasil conseguiu com o leilão?

15 Bilhões de dólares

8. Como a sociedade civil reagiu a este partilha?

Vários grupos da sociedade civil, no entanto, se mostram contrários ao leilão de Libra. Entre eles estão sindicatos, políticos, acadêmicos e especialistas que não consideram válida a proposta de dividir com empresas estrangeiras.



  (Arte/CB/D.A Press)




terça-feira, 29 de outubro de 2013

Leilão do Campo de Libra é privatização? É bem diferente afirma Dilma.


                                                              

“Pelos resultados do leilão, 85% de toda a renda a ser produzida no Campo de Libra vão pertencer ao Estado brasileiro e à Petrobras. Isso é bem diferente de privatização”, disse a presidente.

Dilma destacou os avanços sociais que os recursos da área do pré-sal poderão, segundo ela, trazer para o Brasil. De acordo com a presidente, só o Campo de Libra será responsável sozinho por 67% de toda a produção de óleo do país, ou seja, 1,4 milhão de barris. Em 35 anos, diz Dilma no pronunciamento, o Estado brasileiro receberá mais de R$ 1 trilhão: R$ 270 bilhões em royalties, R$ 736 bilhões pelo excedente de óleo sob o regime de partilha e R$ 15 bilhões como bônus de assinatura.
Desse total, ressaltou a presidente, todos os recursos referentes aos royalties e à metade da participação especial (R$ 736 bilhões) serão investidos em educação e saúde.
Entenda o pré-sal

O que são as reservas, onde estão localizadas e qual a estimativa de produção de óleo das camadas


Raio-X da exploração

Reservas do pré-sal estão localizadas entre 5 mil e 7 mil metros abaixo do nível do mar

                
Foto
Piadinha no Facebook, rsrsrsr

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Professores apontam os 20 temas que devem cair no Enem; confira

Humanas
O CORREIO conversou com professores das diversas áreas e levantou os assuntos mais recorrentes e as apostas que têm mais chances para os dias 26 e 27 de outubro, quando o exame será aplicado.
http://www.correio24horas.com.br/noticias/detalhes/detalhes-1/artigo/professores-apontam-os-20-temas-que-devem-cair-no-enem-confira/

Para Ciências Humanas, esqueça a geografia física pesada ou datas a serem gravadas.
“É uma prova muito moderna no sentido de temas contemporâneos. Não há uma quantidade grande de nenhum assunto, são mais coisas da geopolítica atual”, descreveu a professora de Geografia do colégio Oficina Márcia Kalid.
No caso da Geografia, a preocupação ambiental vem ainda com mais força. “Sustentabilidade, agricultura brasileira e estrutura agrária têm grandes chances”, pontuou Márcia.
Característica das provas do Enem, a leitura de gráficos e textos também é cobrada no conteúdo de Humanas. “A prova faz um passeio pelo programa de Geografia e, além do conhecimento, o aluno precisa interpretar gráficos e textos”, pontuou a professora.
 
Em História, o professor Edgar Chaves, do  Sartre COC, listou uma série de assuntos que têm mais chances de serem cobrados no exame. “Em História do Brasil, tem que estudar a colonização, o ciclo da cana-de-açúcar e a escravidão”, especificou, acrescentando fases como a Revolução Industrial, a República Velha e a Era Vargas.
O professor aconselhou também atenção aos textos. “As gravuras e os enunciados fazem parte da pergunta, algumas respostas podem estar neles”, justificou.
Apesar de ser uma disciplina que aborda assuntos antigos, a prova de História também traz atualidades, e os conflitos que acontecem entre os países não podem deixar de ser acompanhados. “O Enem quer o aluno bem informado, múltiplo”, resumiu o professor.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Caso "mensalão", a polêmica continua.

                 http://oglobo.globo.com/in/6866722-3b8-451/FT712A/2012-483888175-2012010333730.jpg_20120103.jpg
Do total das penas dos mensaleiros (268 anos e 8 meses), 31 anos estão em jogo no novo recurso (ou seja: 11,53%). Isso significa que 88,47% já se tornaram indiscutíveis. Serão cumpridos inicialmente em regime fechado ou regime semiaberto (conforme o caso). Dentro de poucos dias começam a sair os mandados de prisão (quem viver, verá).

A mídia perdeu uma grande oportunidade de explicar didaticamente para o povo o que é o devido processo legal. 


É que ninguém pode ser condenado criminalmente sem observância das leis. Isso se passa no mundo todo civilizado. Se as leis são ruins, que sejam mudadas.

Que todos os parasitas e corruptos devam pagar pelo que fizeram está muito certo (pouco importando se são do PT, PSDB ou qualquer outro partido, banqueiros ou operários etc.)! Mas ninguém pode ser processado e condenado sem a observância do devido processo legal.

A punidade depende, em todos os países civilizados do planeta, da tecnicidade (que não se confunde com malandragens processuais – chicanas). Em outras palavras, tecnicidade não é impunidade, é respeito ao Estado democrático de Direito.


Autor do texto : Luiz Flávio Gomes

Qual a polêmica então?

Porque o novo julgamento do mensalão vai atrasar o cumprimento das penas

Além de atrasar o cumprimento de penas, com a aceitação dos novos recursos, alguns condenados podem conseguir mudança no regime de prisão - saindo do fechado para semiaberto, por exemplo.

A maioria dos ministros entendeu que têm direito a recorrer da condenação os réus que receberam pelo menos quatro votos a favor da absolvição. Isso aconteceu no caso de 12 condenados pelos crimes de formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. A regra está prevista no regimento do Supremo Tribunal Federal.
Os condenados que têm direito ao recurso por formação de quadrilha são: José Dirceu, Delúbio Soares, Marcos Valério, José Genoíno, Ramon Rollerbach, Cristiano Paz, Kátia Rabello e José Roberto Salgado. Por lavagem de dinheiro: João Cláudio Genú, João Paulo Cunha e Breno Fishberg.

Entenderam? 

sábado, 21 de setembro de 2013

ESTATUTO DA JUVENTUDE sancionado dia 05/Agosto/2013

                          

Aos adolescentes com idade entre 15 (quinze) e 18 (dezoito) anos aplica-se a Lei no 8.069, de 13 de julho de 1990 - Estatuto da Criança e do Adolescente, e, excepcionalmente, este Estatuto, quando não conflitar com as normas de proteção integral do adolescente.


                            Lei 12.852/2013, sancionado pela Presidência da República
Breve comentário: Fruto de um longo processo de mobilização e de uma tramitação de quase 10 anos no Congresso Nacional, o Estatuto assegura diversos direitos das e dos jovens de 15 a 29 anos, além de definir princípios e diretrizes para as políticas públicas de juventude. 
Uma das seções trata especificamente do direito à comunicação e à liberdade de expressão, definindo, no artigo 26, que “o jovem tem direito à comunicação e à livre expressão, à produção de conteúdo, individual e colaborativo e ao acesso às tecnologias de informação e comunicação”.
Atenção

É a primeira lei brasileira a reconhecer, expressamente, o direito à comunicação. Apesar de termos em diversas normativas nacionais, internacionais e na Constituição elementos que integram tal direito – como liberdade de expressão, proibição da censura e dos monopólios de mídia – essa é a primeira vez que a expressão "direito à comunicação” aparece em um de nossos marcos legais. 









domingo, 8 de setembro de 2013

Por que Obama quer declarar guerra à Síria?


                               




















Quais são as razões para a guerra?
A guerra é sobre o Irã, o Hizbullah, o Líbano. Sobre assegurar que os que eles apoiam ganhem na Síria. A guerra tem três objetivos: o Irã, destruir um regime que tem ajudado o Hizbullah e colocar no poder na Síria a Irmandade Muçulmana. Com isso, mudar o balanço de poder na região, afastando o poder do Irã.

Obama está, assim, ficando do mesmo lado da Al Qaeda?
Sim, claro. Os norte-americanos lutaram com a Al Qaeda contra os russos no Afeganistão. Usaram a Al Qaeda para derrotar [Slobodan] Milosevic na Bósnia. Agora estão usando a Al Qaeda novamente para derrotar o governo secular na Síria. Eles fazem o que é melhor de acordo com os seus interesses.

Como avaliar a reação da opinião pública a um eventual ataque? No Reino Unido houve protestos e o parlamento rejeitou a possibilidade da guerra. Nos EUA também há resistências.
Há uma porção grande de americanos, creio que 48%, que estão contra a guerra. A opinião pública europeia é contra a guerra. Obama sabe disso. Está tentando construir um argumento para a guerra falando em caso humanitário. Mas, basicamente, ele não é melhor do que [George W.] Bush. Houve mais continuidade com a administração Bush do que descontinuidade.

Como se pode prever o futuro de uma intervenção como essa?
Se Obama intervier, se bombardear a Síria e remover Assad do poder, haverá guerra e instabilidade naquela região por mais dez anos. Quem se beneficiará disso? O povo é que não.

E quem se beneficiará com essa guerra?
As companhias europeias que investem em petróleo, o complexo industrial militar dos EUA, os comerciantes de armas, especialmente dos EUA e da Europa.

Essa também é uma guerra sobre petróleo?
Guerras são sempre a respeito de recursos naturais. Mas essa não é exclusivamente uma guerra sobre petróleo. É parte da campanha que fazem os EUA, desde o fim da Guerra Fria, para remodelar o mundo de acordo com os seus interesses. Essa foi a razão por trás da invasão do Iraque e é isso que ocorre agora na Síria. É preciso lembrar que quando Bagdá caiu, o embaixador israelense nos EUA parabenizou o governo norte-americano, mas disse que o trabalho não tinha terminado: que era preciso ir a Damasco e a Teerã. Essencialmente é isso que está acontece agora. Depois da Síria, vão querer enfraquecer Teerã. Há 20 anos, os israelenses tentam, sem sucesso, destruir o Hizbullah. Acreditam que, sem a ajuda da Síria, eles podem ter êxito. Seja o que for, não haverá paz no Oriente Médio.

Ninguém pode frear o governo dos EUA?
O povo dos EUA pode, e o Congresso norte-americano pode tentar. Fora dos EUA o que se pode fazer é isolá-lo e fazer críticas. Ninguém pode desafiá-lo militarmente. Mas politicamente ele pode ser desafiado e isolado.

De onde vem o poder da oposição síria?
A principal força é a Irmandade Muçulmana, que acabou de ser derrotada no Egito. Há a Al Qaeda e outros grupos inspirados nela. Nos últimos seis meses, ficou muito claro que a oposição não iria ganhar. Essa é a razão principal para a intervenção norte-americana: evitar que o seus aliados na guerra civil fossem derrotados.

O que dizer sobre a denúncia de ataque com armas químicas?
Não sei. Provavelmente houve. Ainda não há evidências claras sobre quem usou. Há pessoas nos EUA --incluindo um general aposentado que atuou na administração Bush-- dizendo que suspeitam do Mossad. Outros dizem que o ataque pode ter sido feito por um militar trapaceiro da Síria. A situação é confusa e até agora as evidências não foram mostradas. Não podemos dizer quem fez o quê nesse caso. O país que mais usou armas químicas na história foram os EUA: das armas nucleares contra o Japão, passando pelo agente laranja contra o Vietnã e, em 2004, com o uso de fósforo branco contra a população de Fallujah, no Iraque. Os EUA podem usar armas químicas que ninguém diz nada. Mas, se qualquer outro usar, ultrapassa uma linha vermelha. Isso não faz sentido.

Qual será o papel da Rússia e da China nesse caso?
Rússia e China não vão lutar militarmente. Ambos países se opõem a essa guerra.

Na sua visão, Obama é pior governante do que Bush?
Sim, é óbvio. Há o caso das denúncias de espionagem, ações contra as liberdades civis, Guantánamo. Tem o poder de ordenar a execução de qualquer cidadão americano no país ou no exterior ou qualquer um que desafie os EUA. Sob Obama, o que temos nos EUA hoje é um regime totalitário suave. Esse termo não é meu; é da revista alemã "Spiegel", que assim descreveu a sua gestão.

O que o sr. pensa dessa campanha para retirar o Nobel da Paz de Obama?
As pessoas que escolhem os ganhadores do Prêmio Nobel não são objetivas nem neutras. São ex-políticos, ex-ministros que estão totalmente envolvidos em política. Pensam como na Guerra Fria. Esse prêmio está sobrevalorizado e eles jamais removeriam o prêmio de Obama.

Há uma crise em razão da espionagem que os EUA fizeram em relação à presidente Dilma Rousseff. Qual a será a consequência política do caso Edward Snowden?
Os brasileiros não deveriam estar surpresos. Os EUA fazem isso há muito tempo. Agora têm a tecnologia para fazer a espionagem de forma mais eficiente. Provavelmente fizeram também com Lula. Quando Snowden pediu asilo ao Brasil, a rejeição foi imediata. Nem se pensou a respeito. Agora estão pagando o preço. Pelo menos vocês sabem que a sua presidente e outros políticos estão sendo espionados. A questão é o que o governo vai fazer agora.

O que o sr. acha que deveria ser feito?
O mínimo seria chamar o embaixador de Washington e pedir uma explicação ao governo americano. Ela deveria cancelar a viagem aos EUA e explicar à população norte-americana porque está fazendo isso. Teria impacto.

Há uma análise que coloca nas reservas de petróleo do Pré-Sal as razões para a espionagem. Faz sentido?
Ninguém para os EUA na obtenção de petróleo. A questão para os EUA é manter a hegemonia no mundo capitalista. Para isso, usam a força, a espionagem, a tortura. O objetivo é assegurar a manutenção do poder norte-americano sem desafiadores. É isso que está acontecendo.

O poder norte-americano só cresce?
Sim. Não é verdade que o poder dos EUA está se enfraquecendo. É claro que eles não ganham sempre o tempo todo. Mas os EUA continuam sendo o único super poder imperial no mundo de hoje. Não importa que se o presidente é Obama ou Bush. O Brasil está demorando a entender isso. Quanto mais rápido o Brasil compreender isso, melhor. Porque o único continente onde há alguma oposição e resistência aos EUA é a America do Sul. Quando os europeus obedeceram ordens americanas e pararam Evo Morales, toda a América do Sul, incluindo a Colômbia, e mais o México responderam de forma forte. É uma mudança enorme e boa. Obama é um presidente imperial de um país imperial, que prefere ter nos países pessoas no poder que fazem o que eles dizem. Por isso eles não estão felizes com o PT No Brasil.

Mas é ariscado para os EUA irem para a guerra, não?
Sim, é arriscado. Mas os EUA sabem que ninguém pode resistir a eles militarmente. Por isso usam instrumentos militares para atingir objetivos políticos.

Mas na Líbia houve um desastre.
Sim, foi um desastre, e ainda não sabemos o número certo de vitimas. Talvez 20 mil, 25 mil pessoas tenham sido mortas pela Otan em cinco meses de bombardeiro.

E a Primavera Árabe?
Está morta, não sobrou nada. É uma história desastrosa. No Egito, há uma ditadura militar. Na Síria, uma guerra civil. No Bahrain, há a ocupação saudita. No Iêmem, os sauditas não permitem que ocorra uma solução de acordo com os desejos do povo. Na Tunísia, há um regime clerical. No Marrocos, há um regime ditatorial apoiado pela França e pelos EUA, semelhante ao da Argélia. Sem falar na Palestina. Os israelenses impuseram uma enorme derrota para o povo palestino. Não haverá um estado palestino independente. Pode haver um estado de brincadeira. Como dar ao Rio de Janeiro um status de independência, sendo que na verdade ele é controlado pelo Brasil. Está morta a ideia de que teremos um estado palestino soberano independente. A única saída é um estado binacional, com direitos iguais para todos os habitantes.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Udesc - relação de livros para o Vestibular de Verão 2014

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A Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) publicou a lista de leitura obrigatória para o Vestibular de Verão 2014, que ocorrerá em 10 de novembro. 
A leitura dos livros é fundamental, sendo necessário também conhecer o contexto social, cultural, histórico e estético das obras.

Confira a lista com as cinco obras: 

 
- Clarice Lispector, A Hora da Estrela (Rocco); 


- Cruz e Sousa, Últimos Sonetos (Editora UFSC; domínio público); 


- Érico Veríssimo, Clarissa (Companhia das Letras) 


- Jair Francisco Hamms, O detetive de Florianópolis (Editora UFSC) 


- Machado de Assis, Helena, (Várias editoras; domínio público)

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Egito: Golpe Militar no país árabe mais populoso do mundo. Entenda!!!


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Mursi foi eleito em 2012 e  deposto por militares um ano depois
           

Pouco mais de um ano depois da renúncia de Mubarak, nas primeiras eleições democráticas da história do país. Mubarak tinha 82 anos e estava havia 30 no poder quando caiu. O ditador deixou o poder após 18 dias de violentos protestos de rua que deixaram mais de 300 mortos e 5 mil feridos, em um movimento popular inspirado no levante que derrubou o presidente da vizinha Tunísia, Zine El Abidine Ben Ali.


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Mapa do Egito - Norte da África


 Apesar de ter sido eleito democraticamente em 2012, Mursi


Se tornou impopular após suas ações contra o Exército, seu acúmulo de poderes, seu autoritarismo e pela influência política da Irmandade Muçulmana no país.

O que é a Irmanadade Muçulmana?

A Irmandade Muçulmana, conhecida popularmente apenas como الإخوان, Al-Ikhwān, "A Irmandade" é uma organização islâmica fundamentalista que opõe-se radicalmente às tendências seculares de algumas nações islâmicas (ex: Egito) e pretende "retomar" os ensinamentos do orão, rejeitando qualquer tipo de influência ocidental.
Muslim Brotherhood Emblem.jpg
Emblema da Irmandade Muçulmana
 Fundada em 1928, a Irmandade Muçulmana chegou ao poder há um ano, quando Mursi foi eleito na primeira votação livre do país.

 Em 30 de Junho de 2013, no primeiro aniversário da eleição do presidente egípcio Mohamed Mursi


Milhões de manifestantes em todo o Egito tomaram as ruas e exigiram a renúncia imediata do presidente por causa de questões políticas, econômicas e sociais que haviam se intensificado em seu mandato. As manifestações, que foram em grande parte pacífica, tornaram-se violentas quando cinco manifestantes anti-Mursi foram mortos em confrontos e tiroteios.

A mais recente crise 

Se iniciou em 3 de julho, quando o islamita Mursi foi destituído por um golpe militar um ano após ser eleito. Desde então, vários protestos foram organizados pela Irmandade Muçulmana (grupo que levou Mursi ao poder) para exigir a volta do presidente, que segue detido pelo Exército.

Conflitos

Mais de 750 pessoas morreram nos últimos cinco dias no Egito, sobretudo partidários de Mursi, além de 70 policiais.

Para piorar:  Partidários da Irmandade Muçulmana, com armas de todos os tipos, de metralhadoras a coquetéis molotov, atacaram cristãos e queimaram suas igrejas, lojas e casas, primeiro para demonstrar domínio e poder e, segundo, para punir a multidão de cristãos que se colocou contra as políticas do ex-presidente Mursi e seu regime.


Depois do golpe, o que espera o Egito?

Com certeza não será democracia, a elite política está bem avisada de que qualquer coisa que saia daquilo que está programado e aceito pelos militares, qualquer governo que faça qualquer coisa que desagrade os militares será derrubado. O que está acontecendo no Egito é um banho de sangue colocado em prática por esse governo militar.

A comunidade internacional pode intervir?

 Acho que, em termos de discurso, eles podem dizer que vão fazer alguma coisa. Mas certamente não o farão, os canais estão bem abertos entre os EUA e o Egito ( com ou sem militares desde os anos 70).


                               19/08/2013 - Últimas Notícias


Autoridades egípcias consideram a possibilidade de banir a Irmandade Muçulmana, afirmou hoje um porta-voz do governo, num gesto que mais uma vez deixaria à margem da lei um grupo que estava no poder há apenas pouco mais de um mês.
A Irmandade Muçulmana afirma que mais de 200 pessoas morreram ontem (18/08/2013) na capital e em outras províncias em atos de violência. O movimento convocou seus simpatizantes a sair às ruas durante uma semana "para derrubar o golpe".