quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Aulão de Geografia para Vestibular UFSC


                 Resumo Brasil Geral



Localizado na América do Sul, sua extensão é de mais de 8,5 milhões de quilômetros quadrados de extensão  o que faz dele o quinto maior país do mundo.

Também é um dos países mais populosos porém pouco povoado. O país está dividido em cinco regiões (Nordeste, Norte, Centro-Oeste, Sudeste e Sul) e tem 26 estados e um Distrito Federal. 


Esta divisão obedece limites estaduais

Faz fronteira com quase todos os países desse subcontinente americano, exceto com Chile e Equador.


Por se encontrar no meio da placa tectônica Sul-Americana,  não possui dobramentos modernos em seu território também não possui vulcões nem abalos sísmicos. Bacias sedimentares (como a do rio Amazonas) cobrem cerca de 58% do território.



Relevo brasileiro : É antigo e apresenta altitudes modestas. 

36% do Brasil, é formado por escudos cristalinos – estruturas marcadas pela ocorrência de grandes jazidas de minerais metálicos, como a de Serra de Carajás, e de um relevo aplainado, como os marres de morros do Sudeste e os chapadões no Nordeste. No restante do território, aparecem os derramamentos basálticos, que deu origem à fértil terra roxa.
O mineral existe no solo de diversos países, mas 98% das reservas conhecidas no mundo estão no Brasil.

Recursos minerais também são numerosos e muito importantes economicamente, com destaque para o petróleo, ferro, manganês e água, tendo o Brasil as maiores reservas desses produtos.
O Brasil é banhado pelo oceano Atlântico e possui as maiores bacias hidrográficas do mundo

Massas de ar que atuam no Brasil:

















Apesar disso existem 6 principais tipos de climas no Brasil: Equatorial, Tropical, Tropical 
Semiárido, Tropical de Altitude, Tropical Litorâneo e Subtropical.


VEGETAÇÃO é constituída principalmente por:
·         Caatinga  e Cerrado
·         Mangue
·         Pampa
·         Pantanal
·         Mata Atlântica
·         Mata das Araucárias
·         Mata dos Cocais

População Brasileira

A expectativa de vida da população brasileira é de 73 anos.
São Paulo é o estado mais populoso do Brasil com 41,2 milhões de habitantes. Depois dele, Minas Gerais, com 19,5 milhões de habitantes.
Esses dados mostram que a região brasileira com maior concentração populacional é o Sudeste.
Enquanto isso, o estado brasileiro que tem a população mais pequena é Roraima, com 451,2 mil habitantes.

Atualmente a população é composta segundo cor/raça: brancos (49,4%), pardos (42,3%), negros (7,4%), amarelos (0,5%) e indígenas (0,3%).


                 Pirâmide etária (Brasil - 2015)

Tipica Pirâmide de um país em transição de jovem  para adulto.

 Notamos que a maior concentração população, mais de 50%, está na faixa etária de 0 a 34 anos. Isso significa que o Brasil é um país jovem. Porém, essa realidade está mudando. A queda das taxas de natalidade e o aumento da expectativa de vida da população colaboram para que, em algumas décadas, o Brasil seja um país adulto.
Também notamos que, nos grupos de idade a partir dos 80 anos, o número de mulheres supera bastante o de homens. No Brasil, o homem, geralmente, morre antes que a mulher. Isso pode ser explicado por alguns fatores, como: maior consumo de álcool, tabagismo, doenças ligadas ao sobrepeso e violência urbana.


Economia do Brasil  

Os principais produtos que o Brasil exporta são: minério de ferro, aço, soja e derivados, automóveis, cana-de-açúcar, aviões, carne bovina, café e carne de frango.

 

Os produtos mais importados pelo país são: petróleo bruto, produtos eletrônicos, peças para veículos, medicamentos, automóveis, óleos combustíveis, gás natural e motores para aviação.


O Brasil, juntamente à Argentina, Uruguai e Paraguai, forma o bloco econômico denominado Mercosul (Mercado Comum do Sul). Além desse bloco econômico, o Brasil também integra a OMC (Organização Mundial de Comércio).



Beijos queridos e tenham uma excelente prova!




ABAYOMI (a história das crianças nos navios negreiros...) Parte II


Desta vez resolvi trabalhar com meus alunos de nono ano do Ensino Fundamental, como encerramento  trimestral do Conteúdo sobre 
                    Continente Africano                          

As bonecas acima foram feitas neste ano de 2017 por meus alunos do Colégio Futurão na cidade de Araranguá/SC

A história da ABAYOMI:


Quando os negros vieram da África para o Brasil como escravos, atravessaram o Oceano Atlântico numa viagem muito difícil. As crianças choravam assustadas, porque viam a dor e o desespero dos adultos. As mães negras, então, para acalentar suas crianças, rasgavam tiras de pano de suas saias e faziam bonecas com elas para as crianças brincarem. Essas bonecas são chamadas de Abayomi.

As Abayomi são pequenas bonecas pretas, feitas de pano e sem costura alguma, apenas com nós                                                                               ou tranças. 
A boneca Abayomi valoriza a cultura africana e contribui para o reconhecimento da cultura afro-brasileira, pois faz parte da herança cultural dos negros africanos para o Brasil. 
A palavra Abayomi significa: encontro feliz, ou encontro precioso, aquele que traz felicidade e alegria em ioruba. 


Quando você oferece uma Abayomi de presente é isto que você oferece a quem ganha, por isso meus alunos além de conhecerem esta história e de produzirem as bonecas  as deram de presente, para amigos, professores e familiares desejando felicidade e alegria para todos.

É importante ressaltar neste trabalho com os alunos que: 

Quando você dá uma boneca Abayomi para alguém, esse gesto significa que você está oferecendo o que você tem de melhor para essa pessoa.

Quer saber como produzir esta boneca? Bem simples...

1. Trabalharia com duas tiras de 30 cm altura por 10 cm de largura (preto ) para a produção do corpo) APRESENTE AS TIRAS JÁ CORTADAS PARA ELAS. Elas ficaram grandonas, mas nesta faixa de idade você terá que produzir bonecas maiores por causa do manuseio.

2. Não intervira muito na produção delas, se ficar estranhas, deixe elas com certezas as acharam belíssimas!

3. Você precisara orienta-las para fazer o nó que será a cabeça da boneca, faça frouxo, acho que neste caso você terá que ajudar sim, a sobra acima da cabeça é cabelo viu? Use criatividade, eu só corto em tiras fininhas e ficam lindossss!

3. Você também poderá já entregar esta faixa com um corte na vertical (tesoura) de mais ou menos 15 cm que será as pernas e que terá que ser dado mais dois nós (um em cada perna) que serão os pés. 

4. depois faça um furinho central em um tecido quadrado de mais ou menos uns 20 cm, que será a túnica, as crianças deverão passar este furo na cabeças de suas bonecas, Levantar os bracinhos e amarrar na cintura da boneca uma faixa e pronto, lindas abayomi para lindas crianças.

Não esqueça de contar a história e de usar tecidos ( malhas ) bem coloridas, depois volta aqui para postar sua experiência vamos adorar, aceitamos fotos para registro.
Beijão da  professora Jackie


                                                                                                                    

Contra toda forma de racismo e preconceito

Enquanto a cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos, haverá guerra. 




#TitiVocêélinda# o mundo que é feio !!
Entre nesta onda!



GEOGRAFIA DO ESTADO DO PARANÁ

O Paraná, estado brasileiro, fica na região Sul. É cortado pelo Trópico de Capricórnio,     que                         estabelece o limite meridional das culturas agrícolas tropicais

FRONTEIRAS: Norte e Nordeste = São Paulo; Leste = Oceano Atlântico; Sul = 
Santa Catarina; Sudoeste = Argentina; Oeste = Paraguaia; Noroeste = Mato Grosso 
do Sul



ÁREA (km²): 199.709,1

RELEVO: caracteriza-se pela freqüência de terrenos de baixada no litoral, onde predominam as planícies de aluvião, e a existência de planaltos e serras de formações rochosas cristalinas, como a serra do Mar
Seu relevo é dos mais expressivos: 52% do território ficam acima dos 600m e apenas 3% abaixo dos 300m

RIOS PRINCIPAIS: Paraná, Iguaçu, Ivaí, Tibagi, Paranapanema, Itararé e Piquiri
O complexo hidrográfico do estado do Paraná apresenta grande potencial energético. A bacia hidrográfica do rio Paraná ocupa 183.800 km2 no estado e seus principais rios incluem o Paraná, o Iguaçu, o Ivaí, o Tibagi e o Piquiri. Somente a bacia do rio Iguaçu, que nasce próximo a Curitiba, capital do estado, e deságua no rio Paraná, na fronteira com o Paraguai, tem potencial hidrelétrico para 11,3 mil megawatts de energia elétrica. A bacia do Atlântico Sul banha 15.909,1 km2 na porção nordeste do estado. Entre seus principais rios encontram-se o Itararé e o Capivari. O estado do Paraná consome internamente apenas 20 % da energia elétrica total produzida em seu território, que representa 25 % da produção no país.



CLIMA: úmido
Como resultado das diferentes formações topográficas e características geológicas, o clima no estado do Paraná apresenta três tipos distintos, todos correspondentes a clima úmido, apresentando-se mais ameno na região norte e temperado no sul, onde os invernos podem ser rigorosos. O tipo que corresponde à maior área é o CFA, que se caracteriza por ser subtropical úmido, mesotérmico, com verão quente, sem estação seca de inverno definida e geadas menos freqüentes. O tipo CFB é subtropical úmido, mesotérmico, com verões frescos e geadas severas e freqüentes. Finalmente, o tipo AF caracteriza-se pelo clima tropical chuvoso, sem estação seca e isento de geadas

Tornou-se, não por acaso, símbolo do estado do Paraná, deu o nome a Curitiba, e aparece nos brasões das cidades de ApiaíAraucáriaCaçadorCampos do JordãoItapecerica da SerraPonta GrossaSanto Antônio do PinhalSão CarlosSão José dos Pinhais e Taboão da Serra.

MUNICÍPIOS 

(em números): 399 (1997)
CIDADES MAIS POPULOSAS: Curitiba, Londrina, Maringá, Ponta Grossa, Foz do Iguaçu e Cascavel
HORA LOCAL (em relação a Brasília): a mesma
HABITANTE: paranaense
POPULAÇÃO: 9.563.458 (2000)
DENSIDADE: 47,88 habitantes p/km2
ANALFABETISMO: 8,6% (2000)
MORTALIDADE INFANTIL: 29,79
CAPITAL: Curitiba

Em 1647 formou-se o embrião da cidade, que foi elevada à categoria de vila em 1693, tornando-se cidade em 1842. Em 1853 foi escolhida capital da província do Paraná
HABITANTE DA CAPITAL: curitibano

A economia do Estado 

Se baseia na agricultura (cana-de-açúcar, milho, soja, trigo, café, mandioca), na indústria (agroindústria, papel e celulose) e no extrativismo vegetal (madeira e erva-mate).




No século 17, descobriu-se na região do Paraná uma área aurífera, anterior ao descobrimento das Minas Gerais, que provocou o povoamento tanto no litoral quanto no interior. Com o descobrimento das Minas Gerais, o ouro de Paranaguá perdeu a importância. As famílias ricas, que possuíam grandes extensões de terra, passaram a se dedicar à criação de gado, que logo abasteceria a população das Minas Gerais. Mas apenas no século 19 as terras do centro e do sul do Paraná foram definitivamente ocupadas pelos fazendeiros.
No final do século 19, a erva-mate dominou a economia e criou uma nova fonte de riqueza para os líderes que partilhavam o poder. Com o aparecimento das estradas de ferro, ligando a região da araucária aos portos e a São Paulo, já no final do século 19, ocorreu novo período de crescimento.
                                  
A partir de 1850, o governo provincial empreendeu um amplo programa de colonização, especialmente de alemães, italianos, poloneses e ucranianos, que contribuíram decisivamente para a expansão da economia paranaense e para a renovação de sua estrutura social.

O Paraná ocupa quinto lugar em importância econômica entre todos os estados brasileiros. 

As diferentes características físicas e climáticas do estado propiciam a existência de atividades agrícolas diversificadas e seu grau de desenvolvimento econômico permite a utilização de avançadas técnicas agrícolas, que se traduzem nos mais altos índices de produtividade do país. Em 1994, os índices médios de produtividade nas principais lavouras do estado (soja, milho, feijão, algodão, café e trigo) elevaram-se em 12,9 %, em decorrência do desenvolvimento de modernos sistemas de produção, como é o caso da soja e do trigo, que são cultivados em sistema de rotatividade, gerando duas safras anuais na mesma área. 

Destaca-se ainda no estado do Paraná, a produção de batatas, de cana-de-açúcar, de mandioca e de arroz. Nos últimos anos, programas de desenvolvimento da fruticultura vêm sendo implantados em diversas regiões do estado. Na região norte do Paraná, a implantação de pomares cítricos vem permitindo a produção industrial de suco de laranja, enquanto a produção de maçã alcança, em várias regiões, uma safra média de 30 mil toneladas por ano. O plantio de frutas de clima tropical na região litorânea vem gerando bons resultados, com índices de produção e qualidade competitivos em larga escala. 

O estado possui um dos maiores rebanhos pecuários do país, com 8.911.986 de cabeças de bovinos, sendo expressivas também as criações de suínos (3.780.172) e galináceos (85.713.370). A produção paranaense de leite representa cerca de 10 % da produção nacional.

As principais reservas de matérias-primas existentes no estado do Paraná incluem o xisto betuminoso, o calcário, a dolomita, a argila, o carvão, o chumbo e a fluorita. A reserva de calcário está estimada em 4,4 bilhões de toneladas e suas principais jazidas, localizadas na região leste, alcançam produção média anual de cerca de 6 milhões de toneladas. Além de seu uso industrial, principalmente na produção de cimento, o calcário é utilizado de forma regular, para elevar o nível de produtividade das lavouras. 

Em 1992, foram extraídas e comercializadas 5,8 milhões de toneladas de calcário no estado. A dolomita existe também em grande quantidade no Paraná, que é o primeiro produtor deste mineral no país. 

Suas reservas estão estimadas em 532.616 milhões de toneladas. 

As reservas de argila vermelha, para o uso da indústria cerâmica, atingem volume superior a 65 milhões de toneladas. 

Em 1992, a produção de argila chegou a 1,1 milhão de toneladas. O estado do Paraná é também o principal produtor de talco do Brasil. Cerca de 17% das reservas brasileiras estão em seu território, com volume estimado em 13 milhões de toneladas, e produtividade média anual de 200 mil toneladas. 

A fluorita, que tem larga aplicação como matéria-prima na indústria química, metalúrgica e cerâmica, tem reservas superiores a 4,4 milhões de toneladas no estado, o que equivale a 53 % do total encontrado no país. Outros produtos como a brita de basalto, pedras ornamentais, mármores e granito também são encontrados em quantidades consideráveis no estado do Paraná. Em 1992, foram comercializados 37,6 milhões de litros de água mineral, extraídos de fontes naturais do estado.

A partir de 1966, intensificaram-se as atividades de reflorestamento, mediante a concessão de incentivos fiscais, que tem combinado a expansão da fronteira agrícola e o atendimento ao setor industrial madeireiro. As áreas reflorestadas, que tiveram considerável aumento, atingem hoje 1 milhão de hectares e mais de 2,5 bilhões de árvores plantadas.

O parque industrial do estado reúne cerca de 24 mil estabelecimentos, que têm registrado desempenho sempre superior à média nacional do setor. Nos quatro primeiros anos da década de 90, os índices de crescimento acumularam um total de 31,24 %. A produção industrial é diversificada, destacando-se as indústrias de papel e celulose, química, madeireira, alimentícia, de fertilizantes, eletroeletrônica, metalmecânica, de cimento, têxtil e de cerâmica, além da agroindústria.
Em 1994, a economia do estado cresceu 6,3 %, destacando-se, para o alcance desse índice, o desempenho do setor agrícola e a modernização do parque industrial do estado. Em 1993, a participação do estado do Paraná no PIB nacional foi de 6,2 %, que corresponde a um total de US$ 28,277 bilhões.

O Paraná é ainda o quarto maior exportador entre os estados brasileiros. 

Em 1993 a receita das exportações representou US$ 2,48 bilhões, que corresponde a 6,42 % do valor total exportado pelo país. A participação dos produtos industrializados na pauta de exportações do estado foi de 51 % no mesmo ano, liderada pelo complexo agroindustrial, responsável por 60 % das exportações do estado. O segundo complexo industrial com maior participação nas vendas externas do estado é o de metalmecânica, com 13,6 % do total das exportações em 1993.

As primeiras movimentações de colonizadores no estado do Paraná 

Tiveram início no século XVI, quando diversas expedições estrangeiras percorreram a região à procura de madeira de lei. No século XVII, portugueses e paulistas começaram a ocupar a região, a partir da descoberta de ouro e à procura de índios para o trabalho escravo. A mineração, no entanto, foi legada a segundo plano pelos colonizadores, que se dirigiram em maior número às terras de Minas Gerais(7). 


Até o século XVIII, existiam apenas duas vilas na região: Curitiba e Paranaguá. Esse processo retardou a ocupação definitiva da área, que pertenceu à província de São Paulo até meados do século XIX, com sua economia baseada na pecuária. 

Logo após de conquistada sua autonomia, em 1853, teve início um programa oficial de imigração européia para a região, principalmente de poloneses, alemães e italianos.

Guerra do Contestado - Revolta de camponeses ocorrida entre 1912 e 1916, chegou a envolver cerca de 50 mil pessoas numa região de litígio na fronteira entre os estados do Paraná e Santa Catarina. O conflito teve início com a instalação de duas empresas norte-americanas na região, uma construtora de estradas de ferro e uma exploradora de madeira, que levaram mão-de-obra de fora para trabalhar nos empreendimentos e iniciaram um processo de expulsão dos posseiros que cultivavam a área, originando o movimento de fanáticos religiosos, liderados por "beatos" locais, entre os quais se destacou José Maria, que foi seguido por romeiros expulsos de suas terras.

Serra do Mar - Coberta pela floresta atlântica e declarada Reserva da Biosfera pela UNESCO, em 1991, o que demonstra sua importância em termos globais, a serra do Mar abriga mais de 2.500 espécies da flora nativa brasileira, diversos animais em risco de extinção como a onça-pintada e a anta, além de pássaros como o gavião-pega-macaco, a jacutinga e o macuco, entre outros. No estado do Paraná, a serra do Mar tem aproximadamente 500.000 hectares de extensão e aí se encontram 72 % do total da flora e da fauna existentes no estado. Nessa área está também localizado o pico mais alto da região Sul do Brasil, o pico do Paraná, com 1.922 metros de altura. Ainda na serra do Mar encontra-se a Área de Interesse Turístico Espacial do Marumbi, com 66.732 hectares, cuja utilização é controlada por um plano de gerenciamento. O pico do Marumbi, situado dentro desta área, tem 1.547 metros de altura e é o mais procurado para a prática de alpinismo e turismo ecológico na região. Através da serra do Mar encontram-se caminhos históricos que são verdadeiras obras de arte e engenharia, como o caminho de Itupava e de Graciosa, ambos construídos há 300 anos. Além de constituírem opção para o turismo ecológico, esses caminhos são utilizados atualmente por programas ambientais e preservam, protegidos pela floresta, a história e a cultura dos primeiros colonizadores do Paraná.

Ilha do Mel -  A lha do Mel tem 95% de sua área composta por ecossistemas de restinga e floresta atlântica, o que a elevou à categoria de Estação Ecológica em 1982, numa extensão de 2.240 hectares. Em seus morros e planícies existem trilhas para caminhadas, que dão acesso a locais de observação de belas paisagens e de espécies vegetais e animais, onde a brisa marinha e o cheiro de mato compõem aroma particular, associado à beleza de suas praias.
 
Tombada como Patrimônio Ecológico da Humanidade

Vila Velha - Localizado no município de Ponta Grossa, a 969 metros de altura, no verde dos campos gerais, está o Parque Estadual de Vila Velha, com suas rochas esculpidas artisticamente pela natureza, ao longo de 350 milhões de anos.  Destaca-se em especial a caverna conhecida como Buraco do Padre, um anfiteatro subterrâneo com uma queda d'água de 30 metros de altura, também debaixo da terra. O município apresenta ainda outras paisagens naturais muito apreciadas e uma rica reserva ecológica, que inclui locais como os chamados caldeirões do inferno, que são depressões circulares de até 107 metros de profundidade, com 80 metros de diâmetro. Numa dessas cavidades, um teleférico vertical leva os visitantes até uma profundidade de 54 metros, de onde se pode caminhar até um lago subterrâneo. Outro acidente geográfico de rara beleza na região é a lagoa Dourada, paraíso da fauna aquática local. A lagoa é alimentada por um rio subterrâneo, cuja ação erosiva desgastou as rochas e provocou a formação de cavernas em seu interior. O fundo da lagoa está coberto por uma camada de mica que faz a água brilhar como se fosse de ouro, quando exposta aos raios solares.
As formações rochosas recebem diferentes denominações, de acordo com as figuras às quais se assemelham. Entre as centenas existentes, as mais facilmente reconhecíveis são a Garrafa, o Camelo, o Índio, a Esfinge, a Taça e a Proa de Navio.

Foz do Iguaçu -  A cachoeira está localizada no Parque Nacional do Iguaçu, criado em 1939 e tombado pela UNESCO como Patrimônio Natural da Humanidade em 1986. Da área total do parque, 185.000 hectares encontram-se em território brasileiro e 55.000 hectares na Argentina. As florestas subtropicais do parque abrigam cerca de 1.100 espécies de pássaros, bem como várias espécies de mamíferos, grandes e pequenos, como veados, capivaras, etc.
A cidade de Foz do Iguaçu encontra-se localizada na fronteira do Brasil com Paraguai e Argentina, a uma altitude de 164 metros. A 9 km do centro da cidade, na confluência dos rios Iguaçu e Paraná e entrada do Porto Meira, está o marco onde as fronteiras do Brasil, Argentina e Paraguai se encontram. No município de Foz de Iguaçu está também localizada a Usina Binacional de Itaipu, cuja construção deu origem a um lago com 1.300 km de margens e extenso potencial turístico. A construção da usina teve início em 1975, encerrou-se em 1991 e sua capacidade de produção de energia elétrica chega a 12,6 milhões de kw.
Um dos mais importantes pólos turísticos do Brasil, as cataratas do Iguaçu são formadas por 275 quedas d'água, com alturas que variam de 40 a mais de 100 metros e se distribuem em forma de ferradura, formando uma semicircunferência de 950 metros, na fronteira com a Argentina.

Indígenas - Um total de 16 áreas já se encontram demarcadas definitivamente pela Fundação Nacional do Índio (FUNAI), órgão do governo federal responsável pela questão, e nelas se encontra a totalidade dos indígenas residentes no estado.
São os seguintes os grupos indígenas residentes no estado do Paraná e suas respectivas áreas: Apucarana, Ava Guarani, Barão de Antonina, Faxinal, Ilha da Cotinga, Ivaí, Laranjinha, Mangueirinha, Marrecas, Ocal, Palmas, Pescada, Pinhalzinho, Queimadas, Rio Areia, Rio das Cobras, São Jerônimo, Superagüi e Tibagy/Mococa.

Vivem no estado do Paraná 6.916 indígenas, distribuídos em 19 grupos, que ocupam área de 79.988 hectares de extensão. 


DICAS Valiosas sobre o Vestibular da UFSC 2018

Se você está pensando em prestar vestibular para a Universidade Federal de Santa Catarina mas não sabe muito bem como o processo seletivo funciona e nem tem muitas informações sobre a UFSC, confira esse artigo que temos dicas valiosas para dar para você.

A Universidade Federal de Santa Catarina fica localizada em Florianópolis e é considerada, pelo ranking da “Webometrics Ranking of World Universities”, como a quinta melhor instituição de ensino superior da América Latina.


A universidade oferece cerca de 85 cursos de graduação e mais de 150 cursos de pós-graduação.
Na busca pelo constante aprimoramento, o Vestibular da UFSC 2018, que será realizado nos dias 9, 10 e 11 de dezembro de 2017, terá algumas alterações no que se refere às provas, aos pesos das disciplinas e às notas mínimas para aprovação.
 RESUMO DAS ALTERAÇÕES PARA O VESTIBULAR 2018


Quanto às provas, as de História e Geografia serão substituídas pela prova de Ciências Humanas e Sociais 


Com 20 questões, que abordarão as seguintes disciplinas: 7 (sete) questões de História, 7 (sete) questões de Geografia, 2 (duas) questões de Filosofia, 2 (duas) questões de Sociologia e 2 (duas) questões interdisciplinares envolvendo duas ou mais dessas áreas. As disciplinas de FilosofiaSociologia são atualmente obrigatórias no Ensino Médio (conforme Lei nᵒ 11684, de 2/6/2008, e mantidas pela recente reforma do Ensino Médio, Lei nº 13.415, de 16/2/2017), bem como fazem parte da prova de Ciências Humanas e suas Tecnologias do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).


Sendo assim, a UFSC entende ser pertinente a inclusão dessas disciplinas nas provas do Vestibular. 


As demais provas, bem como a redação e as questões discursivas, permanecem inalteradas.


1.Detalhes da prova da UFSC


1º. dia:  Primeira Língua: Língua Portuguesa e Literatura Brasileira ou Libras (doze questões de proposições múltiplas);  Segunda Língua: Alemão, Espanhol, Francês, Inglês, Italiano, Libras ou Língua Portuguesa e Literatura Brasileira (oito questões de proposições múltiplas);  Matemática (dez questões de proposições múltiplas e/ou abertas);  Biologia (dez questões de proposições múltiplas e/ou abertas). 


2º. dia:  Ciências Humanas e Sociais (20 questões), sendo: - História (sete questões de proposições múltiplas) - Geografia (sete questões de proposições múltiplas) - Filosofia (duas questões de proposições múltiplas) - Sociologia (duas questões de proposições múltiplas) - Questões interdisciplinares (duas questões de proposições múltiplas)  Física (dez questões de proposições múltiplas e/ou abertas)  Química (dez questões de proposições múltiplas e/ou abertas)

3º. dia - Redação - Quatro questões discursivas

É preciso se apegar aos detalhes porque há poucas questões por matéria, os temas não são generalizados. Geralmente o que a banca faz é pegar um sub-tópico e aprofundá-lo ao máximo.
Dessa forma até os pequenos detalhes são cobrados. Por isso também que o estudante tem que estar muito preparado, já que no final cada décimo será importante. 

2.Somatório


Na prova da UFSC, todas as notas são somadas: questões objetivas, discursivas e redação. Juntas valem 105 pontos, esse valor é convertido em 100.Nas questões objetivas cada questão errada, anula uma certa. Uma dica valiosa: só marcar se tiver certeza! 

3.Estudar Todas As Disciplinas


Como a prova da UFSC usa o sistema de somatório de pontos, é necessário estudar todas as matérias por igual.
Neste caso não vale aquela máxima de não estudar as matérias que você não tem muita simpatia. É preciso estudar TUDO! 

4.Enem


Ir bem no ENEM conta muito para a prova da UFSC,  já que conseguir uma nota acima de 70 na prova da UFSC é muito difícil, e 700 no ENEM nem tanto.
Como essa nota conta como 30% da prova, seria interessante tirar uma nota boa no Enem para elevar a média na UFSC.
Vale lembrar que você não corre risco nenhum ao utilizar a nota do Enem, já que caso sua nota no exame seja menor do que da prova da UFSC, eles vão descartá-la e contar a nota maior. 

5. Para se dar bem na prova da UFSC, o estudante deve estar bem familiarizado com o tipo de prova. São cerca de 80 questões na prova fechada, e, uma dica, é comum cair 1 ou 2 questões sobre a história e Geografia de Santa Catarina. São questões para acertar, vale a pena dar uma estudada nesses temas.

Na parte de Literatura, a prova possui algumas leituras obrigatórias, mas as questões costumam ser mais fáceis. Bons resumos dão conta do recado! 

6.Redação


Para a redação vale o de sempre, coesão, clareza, organização e coerência.
Como é a parte da prova que mais conta pontos, é primordial fazer o texto com calma, por isso a recomendação é sempre começar por ela. 

7.Discursivas


Na nova prova da UFSC vão aparecer 04 questões abertas ou questões discursivas, ou seja, aquelas que não têm alternativas de respostas para marcar, em que você precisar desenvolver a questão e apresentar a resposta.
Essas perguntas geralmente são mais difíceis e, além disso, torna o chute quase impossível. Neste caso não existe acerto parcial.
Ou está certo, ou está errado, portanto é recomentado fazer as questões fechadas primeiro, para garantir mais pontos.
Uma dica nessas questões, é apresentar respostas completas, para que qualquer pessoa que não tenha lido o enunciado da pergunta possa entender.
Para isso, é essencial fazer aulas extras com professores de português para aprender a responder esse tipo de pergunta.

Fonte: http://exameconcursos.com.br/7-detalhes-que-voce-precisa-saber-agora-para-passar-na-prova-da-ufsc

Conteúdo Programático/UFSC para a prova de Geografia:

1. O Globo Terrestre e a Situação Geográfica do Brasil e de Santa Catarina: O planeta Terra: movimentos e projeções cartográficas; Orientação e coordenadas geográficas; Posição geográfica, fronteiras e limites do Brasil e de Santa Catarina.

2. A Dinâmica da Natureza e Sua Importância na Organização do Espaço: Litosfera; Atmosfera; Hidrosfera; Biosfera: As grandes paisagens naturais e a globalização dos problemas ambientais.

3. A Formação Econômico-Social e Espacial do Brasil e de Santa Catarina: Aspectos naturais: estrutura geológica/relevo/clima/hidrografia/Vegetação/ domínios morfoclimáticos/ecossistemas/problemas ambientais; Aspectos humanos: dinâmica demográfica/crescimento vegetativo/políticos demográfica/indicadores socioeconômicos; Estrutura da população: estrutura etária e sexos/ setores de atividade/distribuição de renda/etnias/uma questão contemporânea: as minorias/migrações/Urbanização/a questão da pobreza e da violência urbana; Atividades econômicas e (re) organização do espaço geográfico: atividade industrial/energia/transporte e comércio/serviços e inovações técnicas/o espaço agrário: agricultura, pecuária e extrativismo; Complexos regionais, nacionais e catarinenses.

 4. O Espaço Mundial Contemporâneo: Os pólos de poder na economia globalizada: Da Guerra Fria à nova ordem mundial: geopolítica e economia/ conflitos regionais/as relações de trabalho e de produção/blocos econômicos regionais; Países e regiões emergentes: América Latina, África e Ásia; As recentes mudanças no mundo atual


E aí, gostou das dicas?

Prepare-se para seu vestibular com esperança e bom humor! Você não esta indo à guerra, apenas a luta! Com carinho da Prof. Jackie