quarta-feira, 22 de março de 2017

Se a carne é fraca o saco tem que ser forte!







Brasil deve perder 10% do mercado externo com Carne Fraca, o país deve ter prejuízo de até US$ 1,5 bilhão por ano, como reflexo da operação; diversos países anunciaram suspensão da importação de carne brasileira.


Na última sexta-feira (17/março), desmontou um esquema de funcionários do Ministério da Agricultura que teriam recebido propina para liberar carne para venda sem passar pela devida fiscalização. A operação aconteceu em 6 estados e no DF, com 35 pessoas presas – e há ainda dois investigados foragidos. O Ministério da Agricultura afastou 33 servidores envolvidos no esquema.

A possibilidade de que produtos adulterados e até vencidos podem ter ido parar na mesa da população deixou o país em alerta, mas muita coisa ainda não foi explicada pelos investigadores da operação Carne Fraca.


Veja o que já se sabe e o que ainda não foi esclarecido na operação:

O que a operação Carne Fraca descobriu?


Um esquema que envolvia funcionários do Ministério da Agricultura em Goiás, Minas Gerais e Paraná que receberiam propina para liberar carne para comercialização sem a fiscalização adequada. O esquema também envolvia funcionários de alguns frigoríficos. Segundo o delegado Maurício Moscardi Grillo, da PF, as irregularidades encontradas nos frigoríficos vão desde uso de produtos químicos para mascarar carne vencida a excesso de água para aumentar o peso dos produtos.


Quais marcas cometeram irregularidades? Alguma está proibida?

A PF fez busca e apreensão em 21 frigoríficos, mas ainda não especificou em quais deles foram flagradas irregularidades na produção. Também não há recomendação oficial para que alguma marca específica seja evitada.


Quais empresas são investigadas?

Foram alvo de busca e apreensão os seguintes frigoríficos:

Big Frango Indústria e Com. de Alimentos Ltda.
BRF - Brasil Foods S.A. (dona de marcas como Sadia e Perdigão)
Dagranja Agroindustrial Ltda./Dagranja S/A Agroindustrial
E.H. Constantino
Frango a Gosto
Frigobeto Frigoríficos e Comércio de Alimentos Ltda.
Frigomax Frigorífico e Comércio de Carnes Ltda.
Frigorífico 3D
Frigorífico Argus Ltda.
Frigorífico Larissa Ltda.
Frigorífico Oregon S.A.
Frigorífico Rainha da Paz
Frigorífico Souza Ramos Ltda.
JBS S/A (dona das marcas como Friboi, Seara e Swift)
Mastercarnes
Novilho Nobre Indústria e Comércio de Carnes Ltda.
Peccin Agroindustrial Ltda. (dona da marca Italli Alimentos)
Primor Beef - JJZ Alimentos S.A.
Seara Alimentos Ltda.
Unifrangos Agroindustrial S.A./Companhia Internacional de Logística
Breyer e Cia Ltda.
Fábrica de Farinha de Carne Castro Ltda. EPP


Veja o que cada uma delas declarou sobre a operação.


Algum frigorífico foi interditado?

O Ministério da Agricultura interditou 3 dos 21 frigoríficos investigados na operação Carne Fraca: uma unidade da BRF em Mineiros (GO), uma unidade da Peccin, dona da marca Italli, em Curitiba (PR) e outra em Jaraguá do Sul (SC). A fábrica da BRF produz frango, chester e peru para a marca Perdigão. As da Peccin produzem salsicha e mortadela. Nesses locais, os produtos já foram recolhidos, e a produção, paralisada. O presidente, Michel Temer, afirmou que uma "força-tarefa" vai inspecionar todos os 21 frigoríficos alvos da operação.


A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) e a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) anunciaram nesta segunda-feira (20) que cinco unidades de produção tiveram suas certificações suspensas de forma precentiva e não poderão operar nem no mercado interno nem no externo. As associações, porém, não informaram os nomes das empresas.


Foi encontrado papelão na carne?

Uma das gravações feitas pela PF durante a operação foi apresentada como indício de que haveria papelão em produtos da BRF, empresa dona de marcas como Sadia e Perdigão. Na ligação entre funcionários da empresa, um deles diz: "O problema é colocar papelão lá dentro do cms também né. Tem mais essa ainda. Eu vou ver se eu consigo colocar em papelão. Agora, se eu não consegui em papelão, daí infelizmente eu vou ter que condenar".


Em nota, a empresa afirmou que a interpretação da gravação é um "claro e gravíssimo erro" e que o funcionário se referiu às embalagens do produto, e não ao seu conteúdo, como disse a PF. Ainda de acordo com o texto, isso ficaria claro quando o funcionário diz que "vai ver se consegue colocar em papelão", pois esse produto é normalmente embalado em plástico.

Nessa mesma linha, o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, também contestou a informação de que haveria papelão nos produtos.


Estão vendendo carne vencida?

A PF afirmou, ao anunciar a operação, que os frigoríficos estariam usando produtos químicos, entre eles o ácido ascórbico, para maquiar o aspecto de carnes vencidas que era comercializada. Segundo o delegado Maurício Moscardi Grillo, alguns desses produtos seriam cancerígenos.


O Ministério da Agricultura afirmou que o uso do ácido ascórbico não é proibido por lei, desde que esteja dentro das normas estabelecidas. A substância só representaria algum risco se consumida em doses muito altas. Na carne, está proibido o ácido sórbico, um conservante. (veja a diferença no vídeo abaixo)


Um dos áudios da operação divulgados pela PF tem a conversa do dono do frigorífico Larissa, de São Paulo, com um funcionário para trocar as etiquetas das datas de validade dos produtos. Contatado para comentar a operação, o frigorífico não se manifestou.


Foi usada cabeça de porco em produtos?

Em uma das gravações divulgadas pela PF, o dono de uma das empresas investigadas, Idair Antônio Piccin, conversa ao telefone com a mulher, Nair Klein Piccin, sobre o uso de cabeça de porco em lotes de linguiça. Segundo a PF, a prática seria ilegal. O médico veterinário Pedro Eduardo de Felício, especialista em carnes da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp, afirmou ao Jornal Hoje que a carne de cabeça é permitida no mundo. "É matéria-prima. Quando você industrializa, faz embutidos, é para aproveitamento em matérias-primas de menor custo", diz.


Foi encontrada carne com a bactéria Salmonella?

Segundo as investigações da PF, uma fábrica da BRF em Mineiros (GO) estaria contaminada com a bactéria salmonella e ainda assim teria exportado carne para a Europa. Em nota, a empresa afirmou que "existem cerca de 2.600 tipos de Salmonella, bactéria comum em produtos alimentícios de origem animal ou vegetal". Ainda segundo a nota, "todos os tipos são facilmente eliminados com o cozimento adequado dos alimentos”.


A empresa afirma no texto que “a BRF não incorreu em nenhuma irregularidade”, já que “o tipo de Salmonella encontrado em alguns lotes desses quatro contêineres [de carne exportada] é o Salmonella Saint Paul, que é tolerado pela legislação europeia para carnes in natura”.


A carne brasileira foi barrada no exterior?


Nesta segunda-feira (17), diante da repercussão da operação, União Europeia, China e Coreia do Sul anunciaram restrições temporárias à entrada de carne brasileira – esses países foram o destino de 27% da carne exportada pelo Brasil em 2016. O Chile também suspendeu tenporariamente a exportação de carne brasileira. No fim da tarde, o ministro da Agricultura, Blario Maggi, afirmou que proibiu, preventivamente, a exportação de carnes produzidas pelos 21 frigoríficos investigados na operação Carne Fraca. A comercialização dentro do Brasil foi mantida.


Há risco para o consumidor?


Ainda não houve nenhuma recomendação oficial para a suspensão do consumo de carne, nem a PF nem o Ministério da Agricultura afirmaram que há risco para os consumidores.


A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) e a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) criticaram nesta segunda-feira (20) a maneira como a PF divulgou os resultados da operação Carne Fraca. "Passou uma imagem generalizada de que tudo no Brasil é ruim, e não é isso", afirmou Francisco Turra, da ABPA.


A Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) rebateu as críticas e, em nota, afirmou que "na intenção de proteger setores do mercado e do governo, há uma orquestração para descredenciar as investigações de uma categoria que já provou merecer a confiança da sociedade."

fonte utilizada:  http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/carne-fraca-perguntas-e-respostas-sobre-a-operacao-da-pf-nos-frigorificos.ghtml

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10 temas de Geografia que mais caem no Enem



10 temas de Geografia que mais caem no Enem 

sábado, 11 de março de 2017

As pérolas de Donald Trump

Seleção das pérolas de Donald Trump como Presidente dos Estados Unidos

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"Quando o México manda seu povo aos Estados Unidos, eles mandam pessoas que têm um monte de problemas e trazem estes problemas para nós. Eles trazem as drogas, trazem o crime, são estupradores. E alguns deles, eu confesso, são boas pessoas. Eu iria construir um muro. E ninguém mais entraria ilegalmente. Eu faria o México pagar por isso."


"Se as pessoas que foram mortas em Paris tivessem armas, pelo menos eles teriam uma chance de lutar. Não é interessante que esta tragédia tenha ocorrido em um dos países com uma das leis de armas mais duras do mundo? Lembrem-se: onde ter armas é um delito, só os delinquentes as possuem."

"Só estou interessado na Líbia se nós ficarmos com o petróleo. Se não, não tenho interesse."

"Eu digo que temos que derrotar o Estado Islâmico tirando a sua riqueza. Retiremos todo o seu petróleo. Assim que alguém for lá e recolher todo aquele petróleo, eles não terão mais nada. Você os bombardeia até mandá-los ao inferno, cerca-os e então você entra. E deixe que entrem lá a Mobil e nossas grandes empresas de petróleo."

"O conceito de aquecimento global foi criado por e para os chineses, para que a indústria manufatureira americana não seja competitiva. Nova York está congelante, está nevando. Nós precisamos do aquecimento global!"

"É tempo de sermos mais duros com os chineses devido à manipulação de sua moeda e à espionagem. A China será taxada por cada mau passo, e se eles continuarem vamos taxá-los ainda mais."

"Funcionários de alto nível do governo me contaram que, antes da invasão do Iraque, os EUA estavam indo ao país atrás de petróleo. O problema é que o país não conseguiu petróleo algum. Qual é a solução? Devemos capturar a reserva de petróleo deles e recuperar nossos gastos."

Casamento gay - 
" É como no golf. Muitas pessoas estão começando a usar tacos maiores, que são poucos atrativos. Você vê grandes jogadores com esses tacos enormes porque eles não conseguem mais tirar uma bola da terra com um taco comum. E eu odeio isso. Sou um tradicionalista. Tenho vários amigos fabulosos que vieram a ser gays, mas sou um tradicionalista.


- Racismo “Nosso grande presidente afro-americano não teve exatamente um grande impacto nos bandidos que estão felizes destruindo a cidade.”

fonte: http://oglobo.globo.com/mundo/dez-declaracoes-polemicas-de-donald-trump-18564023

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Violência contra as mulheres até quando?














A violência contra mulheres e meninas é uma grave violação dos direitos humanos. 
Seu impacto varia entre consequências físicas, sexuais e mentais para mulheres e meninas, incluindo a morte. Ela afeta negativamente o bem-estar geral das mulheres e as impede de participar plenamente na sociedade. A violência não tem consequências negativas só para as mulheres, mas também para suas famílias, para a comunidade e para o país em geral. A violência tem ainda enormes custos, desde gastos com saúde e despesas legais a perdas de produtividade, impactando os orçamentos nacionais e o desenvolvimento global.

Um número sem precedentes de países têm leis contra a violência doméstica, agressão sexual e outras formas de violência. No entanto, os desafios persistem na implementação dessas leis, limitando o acesso de mulheres e meninas à segurança e justiça. Em geral, não há iniciativas eficazes de prevenção da violência contra a mulher e, quando esta ocorre, muitas vezes os culpados permanecem impunes ou são condenados a penas brandas.

Enquanto escrevo sobre este assunto estatisticamente 13 mulheres serão estupradas hoje no Brasil, eu você e outras tantas brasileiras poderemos ser as futuras vítimas, não cruze os braços para este crime, defenda-se você não é culpada é vitima!


Para quem ainda não entendeu vou explicar
Nada justifica um estupro, absolutamente nada!

Algumas MULHERES E MUITOS HOMENS ERRONEAMENTE AINDA JUSTIFICAM O ESTUPRO PELO USO DE ROUPAS CONSIDERADAS PROVOCANTES, PELO COMPORTAMENTO SOCIAL, GOSTOS MUSICAIS ENTRE OUTROS.


Pois saiba:

Que estupro é uma relação sexual não consentida, não importa se você  seja casada, virgem, prostituta, se você não consentir em ter uma relação sexual e o cara forçou, isto é estupro entendeu? Defenda seus direitos... mulher estuprada não é culpada,  é vitima.


Professora Jackie

O que você precisa saber sobre impeachment?

Impeachment da presidenta Dilma Rousseff no dia 13 de maio, Uma Mentira Cívica?


Veículos internacionais de grande circulação descrevem “situações bizarras” que aconteceram na Câmara dos Deputados e que culminaram no encaminhamento favorável ao impeachment da presidenta Dilma Rousseff. O entendimento é unânime. Trata-se de um duro golpe à democracia brasileira.


As reportagens destacam o fato de Dilma ser uma das poucas figuras não acusadas de corrupção, lavagem de dinheiro ou enriquecimento ilícito, diferentemente de muitos deputados. O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e o vice-presidente Michel Temer foram citados nas reportagens, respectivamente, pela condição de réu no Supremo Tribunal Federal pelos 40 milhões de dólares na Suíça e pelas diversas citações de envolvimento em esquemas de corrupção.


Entenda os  passos do impeachment contra Dilma Rousseff

Sessão na Câmara de domingo 17, quando deputados votaram pela abertura do processo de impeachment
A votação do processo na Câmara, no domingo (17 de Abril), foi motivo de espanto. Contestam o “clima de jogo de futebol”, as “agressões”, o “desrespeito ao estado laico e às minorias”, e, claro, todos os “motivos estapafúrdios” que estariam justificando o voto dos deputados pelo impeachment, sem tocar realmente no cerne da questão.
O relatório da comissão foi favorável ao impedimento da presidente Dilma: 38 deputados aprovaram o relatório e 27 se manifestaram contrários.



Em 17 de abril, o plenário da Câmara dos Deputados aprovou o relatório com 367 votos favoráveis e 137 contrários.


O parecer da Câmara foi imediatamente enviado ao Senado, que também formou a sua comissão especial de admissibilidade, cujo relatório foi aprovado por 15 votos favoráveis e 5 contrários.[13]


Em 12 de maio o Senado aprovou, por 55 votos a 22, a abertura do processo, afastando Dilma da presidência até que o processo seja concluído.




O que acontece nesses 180 dias nos quais Dilma fica afastada?


É nesse período que começa a verdadeira coleta de provas e depoimentos para o processo de impeachment. O processo é conduzido pelo Senado, sem um prazo definido para a conclusão dos trabalhos.



Qual o próximo passo?


Depois desse período de 180 dias, a comissão entrega um parecer no qual decide se a presidenta deve ou não continuar no cargo. Dilma, então, se torna ré na chamada produção do juízo de pronúncia, que é votado pela comissão e depois em plenário.
A sessão final do processo acontece no plenário do Senado, sob a direção do presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski. Para condenar a presidenta e destitui-la definitivamente do cargo, são necessários dois terços dos votos do Senado (54 de um total de 81). Caso contrário, ela reassume imediatamente suas funções. 

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Geografando com a 2ª série da E.M.E.I.E.F Dionisio Milioli

Quando pensei que já havia tido todas experiências como profissional da Educação, tive o imenso prazer de ser convidada para dar uma aula na 2ª série do Ensino Fundamental
Uma sala cheinha de crianças sorridentes cheia de expectativa para com a professora que chegava

Primeiro, escreva com caixa alta professora, não sabemos ler e escrever sua letra, kkkkkk

Vamos falar da terra? Vcs sabiam que ela esta no espaço? E que estamos em cima dela? rsrsrsrs

Ah a vontade de fazer bonito, de ganhar estrelas de falar o que sabem...



E lá estava eu cercada de vida, de ânsia de saber, e de pouco silêncio rsrsrsr

Obrigada queridos, geografei com muita alegria, pois ensinar sempre será um ato de aprender, Obrigada Diretora Marlene!

25 anos do maior acidente nuclear da história

Chernobyl, na Ucrânia, ainda guarda as marcas da explosão do reator 4, que espalhou radiação pelo país e pelos territórios vizinhos em 26 de abril de 1986.


 Na época, a usina era responsável pela produção de cerca de 10% da energia utilizada na Ucrânia. Com quatro reatores e mais dois em construção, Chernobyl era um símbolo do avanço da União Soviética.


As causas da tragédia nuclear ainda são motivo de discussão, alguns especialistas apontam erros humanos, enquanto outros avaliam erros no projeto, a razão mais aceita é a união das duas falhas.
Resultado da verdadeira ganância




No dia da explosão estava agendado um procedimento de rotina no reator 4, ele seria desligado e os responsáveis aproveitaram para fazer um teste, um problema de resfriamento fez com que o teste terminasse de forma trágica.




O acidente lançou 70 toneladas de urânio e 900 de grafite na atmosfera. Após a explosão, milhares de trabalhadores foram enviados ao local para combater as chamas e garantir a resfriação do reator. Conhecidos como “liquidadores”, esses homens perderam a vida no combate ao incêndio. Na segunda etapa, para conter a radiação, trabalhadores sem equipamento adequado passaram seis meses construindo uma estrutura de isolamento, o “sarcófago”.


O alto nível de radiação afetou as regiões no entorno da usina, chegando a uma área de 100 mil km2 . A cidade que abrigava os trabalhadores de Chernobyl era Prypiat, construída para essa função em 1970. A orientação para deixar as casas só veio 30 horas depois do acidente, os habitantes tiveram 40 minutos para pegar os itens de maior necessidade e sair da cidade. Eles foram avisados que poderiam voltar em três dias. A área, porém, passou a fazer parte da zona de exclusão estabelecida no entorno da usina e Prypiat virou uma cidade fantasma.

A cidade Fantasma
Os soviéticos tentaram esconder o acidente, mas os níveis de radiação foram detectados em outros países. A primeira notícia sobre a explosão saiu no dia 29, na Alemanha, três dias depois do ocorrido. A usina chegou a continuar em funcionamento, com turnos menores, e passou por dois princípios de incêndio, em 1991 e 1996.
O governo soviético admitiu 15 mil mortes, enquanto organizações não governamentais calculam 80 mil. Segundo números oficiais, 2,4 milhões de ucranianos sofrem de problemas de saúde relacionados ao acidente. Ainda hoje, 27 anos depois, 6% do PIB ucraniano é destinado aos efeitos da tragédia, como pagamento de indenização às vítimas. Um museu foi construído na capital Kiev para lembrar Chernobyl e as pessoas afetadas pela radiação.


Saiba mais: http://educacao.globo.com/artigo/chernobyl-maior-acidente-nuclear-da-historia.html

Atenção fascistas eu sei o que vcs fizeram no verão passado!






Não aguento mais pessoas insanas, medíocres, intolerantes, xenófobos arrogantes e prepotentes. Sujeitos ressentidos que apoiados em deus sabe o quê julgam e condenam todos que são contrários as suas idéias retrógradas e pouco conhecedora da história do nosso país.

 Quem são eles? Não são os ricos não!!!!

 É essa raivosa classe média - aquela que detesta pobre e tem inveja do rico - que fomenta esse ódio. Que trouxe do quinto dos infernos o Sul é meu país, que promove a uma constante campanha contra as mulheres que eles consideram fora dos seus padrões machistas. Os mesmos que há 13 anos atrás estavam no limbo financeiro e hj apurados apoiam o que tem de pior nesse país. A Dilma pode cair mas vcs cairão ainda mais!

E acreditem eu estarei aqui de olho em vcs. E tem mais, espero sinceramente que vcs não ousem comemorar o fim da corrupção, com o Temer e o Cunha no poder! Pq será um absurdo!


Queridos amigos, alunos e leitores...Estou de volta!

                               

Por motivo de falecimento do meu amado marido em Novembro de 2015

me afastei de algumas atividades para refazer meu cansaço e minha dor!


"O tempo passa
inexorável
marca, amassa
avança implacável





                                      Mas agora estou de volta, cheia de saudade e novidades

                                                                       Prof. Jackie


Euzinha com minha aluna Beatriz!





sexta-feira, 11 de setembro de 2015

OPINIÃO: Ditadura Militar de volta? Você tem fome do quê?



" :p ...  A gente não quer só comida
A gente quer saída para qualquer parte..."


       Nossa! Às vezes a gente pensa "não pode a pessoa REALMENTE pensar assim", mas né... Vai entender. Eu ainda não era nascida pra sofrer qualquer consequência direta da época, mas o que leva alguém a comparar a aceitação de um governo ditatorial com fotos mostrando o "Sete de Setembro" na ditadura - povão(?), diversão (?), só uhuuuuus (???) - com o de hoje/ontem?
       Cara, uma ditadura CONTA com o nacionalismo inflamado! Ela depende da ideia de união do povo, da nação, de ideais. Direita, esquerda, religiosa, militar, tanto faz. E mais, a ditadura CONTA TANTO com a união que, quem não tá feliz, ou se cala ou é calado à força. Pega fotinhos do governo do Hitler, do Stalin, do Mussolini. Vê se não estão lá milhões apoiando, urrando. Vê, agora, a contagem de corpos, de mortos que eles deixaram de rastro. 
      O teu compartilhamento que sugere que "no regime militar era melhor" é uma total falta de respeito à democracia, total falta de respeito aos que passarm pelo período sofrendo frequentes intervenções e revistas aleatórias (como esses tempos meu próprio pai disse que fora por diversas vezes revistado), total falta de respeito aos familiares e à memória dos que não tiveram a sorte de poder contestar o que estavam vivendo e continuarem vivos. 
     O teu compartilhamento dizendo "naquela época se dava atenção às necessidades do povo, não tinha corrupção, não tinha roubalheira, não tinha caos instaurado" é porque tu é muito egoísta a ponto de justificar um governo autoritário e assassino, sem se preocupar com a dor dos que perderam os seus devido a ele! E não foi APENAS por omissão, não foi APENAS por desvio de dinheiro ou APENAS por falta de investimento em educação/reformatórios que as pessoas foram brutalmente mortas e torturadas! 
    Foi pelas próprias mãos do governo que não aceitava um "ai" contrário. Quer compartilhar, saudar o militarismo e a ditatura por ele estabelecida aqui? Tranquilo. Agora tu pode contestar o que te desagrada sem ser morto e torturado pelas armas do próprio Estado. Quer acreditar que não tinha corrupção, desvio de dinheiro, péssimo gerenciamento? Beleza, acredita que o dinheiro só sumiu depois que o PT "tomou" o poder. Quer desrespeitar a memória de mortos e vivos vítimas daquele nacionalismo doente e falso que tu tanto preza? Vai lá! E torce pra que, se a ditadura que tu tanto admira um dia voltar, tu seja um dos queridinhos dela. Ou já sabe, né? 


Lara Muri - Porto Alegre/RS
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terça-feira, 26 de maio de 2015

Sejamos generosos em acolher novos imigrantes



Não esqueçam sulistas: Somos filhos, netos e bisnetos de imigrantes que chegaram ao Brasil fugindo da pobreza, guerras, falta de terras, cheios de sonhos! Sejamos generosos em acolher outros imigrantes que hoje precisam de nós!

                                                                  Professora Jackie

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Imigrantes haitianos e africanos são explorados no Brasil




O Haitiano Ivon Belisarie na carvoaria: trabalho degradante e quilos a menos - Fernando Donasci / O Globo

CASCAVEL e MARINGÁ (PR) - O suor que escorre pelo rosto se junta à poeira negra do carvão e tinge a face e os braços de Ivon Belisarie. A fuligem avermelha seus olhos. Desde que chegou ao Brasil, há dois anos e meio, de segunda a sábado, das 8h às 17h, o imigrante haitiano corta madeira, abastece fornos que produzem carvão vegetal e ensaca o produto que será enviado a centros urbanos do país, numa carvoaria em Maringá (PR). Ele não se senta um minuto. Emagreceu tanto que está abaixo do peso.

No terremoto de 2010, além de nove parentes, Ivon perdeu o patrão, um empresário haitiano do ramo de arroz para quem trabalhava como motorista havia 15 anos. Percebeu então que a permanência no Haiti ficara inviável. Trocou o conforto do ar-condicionado de veículos esportivos pelo calor, a poeira negra e a insalubridade da carvoaria. E a companhia ruidosa dos filhos pela solidão de sequer ter dinheiro para telefonar para casa.


Dos dez haitianos que vieram com Ivon de Manaus para o Paraná, atraídos pela possibilidade de reconstruir a vida, ele é o único que continua na carvoaria. Em troca, recebe cerca de R$ 950.

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— Deixei a mulher chorando, com um bebê no colo e mais duas crianças pelas mãos, e vim buscar dinheiro no Brasil. Tenho responsabilidade com a minha família, não podia ficar sem trabalho — conta o haitiano, que chegou a racionar comida para enviar cerca de US$ 300 aos parentes no Haiti.

Desrespeito a normas do trabalho

A 230 quilômetros da carvoaria, num frigorífico em Cascavel (PR), 380 migrantes haitianos fazem, cada um, cerca de 90 movimentos por minuto para desossar frangos e pendurar galinhas. Por um salário mensal de cerca de R$ 1 mil, suportam a rotina de oito horas e 48 minutos diários sob um frio de nove graus, temperatura abaixo do limite de 12 graus estabelecido pelo Ministério do Trabalho.

Trabalho degradante, insalubre e de baixa remuneração em empresas de setores que, frenquentemente, figuram na lista suja do trabalho escravo têm sido o destino final de haitianos e africanos que enfrentam uma travessia dispendiosa e arriscada, muitas vezes patrocinadas por coiotes, para chegar ao Brasil. E não são poucos. Um estudo recém-divulgado pelo demógrafo Duval Fernandes, da PUC-MG, estima que, até o fim deste ano, haverá cerca de 50 mil haitianos no país. Junto a senegaleses, nigerianos e bengaleses, eles têm se engajado em funções que não requerem qualquer nível educacional, e recusadas por brasileiros.

— O trabalho em frigorífico é extremamente penoso. Em três meses, o trabalhador já começa a adoecer porque não há ser humano que suporte tanto movimento repetitivo em temperatura tão baixa. Esse trabalho não interessa mais aos brasileiros. Há uma analogia entre a situação desses migrantes aqui e a dos hispânicos que lotam frigoríficos nos Estados Unidos. Só que aqui a exploração é maior — afirma o procurador do trabalho Heiler Natali, responsável pela vistoria dos frigoríficos.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/brasil/imigrantes-haitianos-africanos-sao-explorados-em-carvoarias-frigorificos-13633084#ixzz3bApjurAg
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