segunda-feira, 25 de março de 2013

UFRGS divulga lista de livros para o vestibular 2014


Quatro livros novos aparecem na seleção














A Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) divulgou, nesta segunda-feira (25), a relação de leituras obrigatórias para o vestibular 2014. Desde 2007 a instituição renova anualmente as obras da lista.








Quatro novas obras foram adicionadas à lista:
- "Terras do Sem Fim" de Jorge Amado;
- "Boca de Ouro" de Nelson Rodrigues;
- Doze contos de Murilo Rubião (1 - O pirotécnico Zacarias; 2 - O ex-mágico da Taberna Minhota; 3 - Bárbara; 4 - A cidade; 5 - Ofélia, meu cachimbo e o mar; 6 - A flor de vidro; 7 - Os dragões; 8 - Teleco, o coelhinho; 9 - O edifício; 10 - O lodo; 11 - O homem do boné cinzento; 12 - O convidado);
- "As Parceiras", de Lya Luft.
As obras que permanecem na lista são:
- Seleção de obras poéticas de Gregório de Matos Guerra;
- "O Guardador de Rebanhos", de Alberto Caeiro (heterônimo de Fernando Pessoa);
- "Memórias de um Sargento de Milícias", de Manuel Antônio de Almeida;
- "Esaú e Jacó", de Machado de Assis;
- "A Educação pela Pedra", de João Cabral de Melo Neto;
- "História do Cerco de Lisboa", de José Saramago;
- "O Centauro no Jardim", de Moacyr Scliar;
- "Contos Gauchescos", de João Simões Lopes Neto.

Para o concurso de 2014, saem da lista as obras "Manuelzão e Miguilim (Campo Geral e Uma estória de amor)", de Guimarães Rosa; "O Pagador de Promessas", de Dias Gomes; "Feliz Ano Novo", de Rubem Fonseca; e "O Filho Eterno", de Cristóvão Tezza.

É possível saber mais informações sobre as obras no site do vestibular da UFRGS.







quarta-feira, 20 de março de 2013

Fanatismo. Tudo em excesso não faz bem...FATO!


É o estado psicológico de fervor excessivo, irracional e persistente por qualquer coisa ou tema, historicamente associado a motivações de natureza religiosa ou política. De um modo geral, o fanático é levando à adotar condutas irracionais e agressivas que podem, inclusive, chegar a extremos perigosos, como o recurso à violência para impor seu ponto de vista. 

Fanatismo Religioso: Pode-se definir o fanatismo como uma crença exagerada, uma adesão cega a uma visão de mundo ou doutrina, de tal modo que o fanático identifica sua crença com a verdade absoluta. E se sente o dono da verdade. Pior, considera seu inimigo todos aqueles que não compartilham da sua fé.

Segue abaixo alguns exemplos de fanatismo religioso:
a) Durante os século 16 e 17, a Europa tornou-se o palco de diversas guerras entre católicos e protestante, alguns perpetuados até os dias atuais, como por exemplo o conflito entre Ingleses e Irlandeses.
b) Seria impossível falar em extremismo religioso sem nos lembrarmos das cruzadas e mesmo da impiedosa inquisição feito sob mando da igreja católica, não é verdade?
c) Dentre as muitas ameaças que pairam sobre a atual civilização, destaca-se o terrorismo internacional, muitos seguidores de uma possível e desejada "Guerra Santa". 
d) Beslan (Rússia),  quando assassinaram covardemente crianças indefesas. O colégio foi tomado por militantes muçculmanos chechenos armados em 2004.
e) Quando Hitler discursou que "as lágrimas da guerra preparariam as colheitas do mundo futuro", ele na verdade se autoproglamava ser messiânico, um novo salvador, respons´vel pela limpeza étnica, faz sentido né?
f) E  Bush, na sua ânsia de guerra contra o ditador S. Hussein, não estaria delirando no mesma linha ? Afinal não é sem sentido que os EUA, tem sido um solo fértil de seitas cristãs fanáticas, acredite.
g) O movimento da Jihad islâmica contra os "infiéis do ocidente",  sacrificando inocentes dos dois lados. 
h) Quem lembra a morte do brasileiro Sérgio Vieira de Mello? Alto Comissariado da ONU , que morreu ao defender a democracia no Iraque no meio de tantos teocráticos? 
i) As intermináveis brigas entre xiitas e sunitas? 
j) A guerra de Israel e Palestina?
g) A perseguição aos cristãos na Índia e na Indonésia ?
Enfim teríamos muitos outros para servir como exemplo, mas uma coisa é certa, ninguém pode considerar-se imune à  feroz e traiçoeira crueldade do fanatismo. Os métodos de extermínio podem variar com o tempo, a ideologia político-religiosa pode variar, mas o espírito é e sempre será o mesmo. O da razão absoluta!

Os fanáticos religiosos sempre se consideraram o açoite nas mãos de Deus para punir os “hereges”, os “infiéis”. São os moralistas e fundamentalistas das grandes religiões. 


 De acordo com Diego Omar, professor de Educação da Universidade Federal de Ouro Preto e membro do Núcleo de Estudos da Religião da instituição, os fundamentalistas são pessoas que se opõem a qualquer mudança na tradição religiosa da qual são seguidoras. “O fundamentalismo se espalha em qualquer sociedade ou religião. Existem fundamentalistas católicos, neopetencostais, islâmicos e muitos outros”, afirma.
“Existe um fundamentalismo disseminado na cultura que força uma cristalização de movimentos religiosos, que nem sempre resultam em violência física. Ele pode, por exemplo, rejeitar a diversidade. As próprias seitas Neopetencostais ou a Renovação Carismática são bastante tradicionalistas, com posturas conservadoras e restritivas nos costumes, mas que não chegam à violência”,


Constatação:Todo Fanático é um intolerante

O fanatismo é a intolerância extrema para com os diferentes. Um fanático é incapaz de diálogo e respeito para com outro contrário ao seu pensamento. Um fanático não quer coexistir, ele se basta! Por isso se diz

Há em cada fanático um fascista camuflado, pronto para emergir em atos de exclusão, eliminação e de muita covardia sempre!

Forte abraço, Profª Jackie


terça-feira, 19 de março de 2013

Supremo Tribunal Federal suspendeu a nova regra de distribuição dos royalties do petróleo



Decisão beneficia os estados produtores de petróleo.
Liminar vale até que o caso seja julgado pelo plenário do Supremo.  
19/03/2013

A relatora, ministra Carmen Lúcia, afirma que a decisão é para manter resguardados os direitos dos cidadãos dos estados e municípios produtores de petróleo, que entendem que sua capacidade financeira foi atingida pela derrubada do veto presidencial.

A decisão do Congresso Nacional aumentava a parcela de recursos aos estados não-produtores e diminuía as dos estados produtores em contratos antigos e futuros. Em nota, o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, disse que “a liminar resgata o valor mais importante da Constituição, o profundo compromisso com o Estado Democrático de Direito“.
A decisão vale até que o caso seja julgado pelo plenário do Supremo Tribunal Federal, o que ainda não tem data marcada, mas, como são, ao todo, quatro ações questionando a distribuição, a decisão não deve sair neste mês.
Qual é a polêmica da distribuição dos royalties?
Hoje, a parte dos royalties destinada a estados e municípios sem extração é de 7% e 1,75%, respectivamente. 
Segundo a nova lei, tanto estados como municípios passarão a receber 21%. 
Em 2020, a parcela aumentaria para 27% do total arrecadado pela União.
Estados produtores de petróleo, que hoje recebem 26% do dinheiro, teriam a fatia reduzida para 20% em 2013. 
Os municípios com extração passarão dos atuais 26,25% para 15%, em 2013, chegando a 4%, em 2020.
A participação especial, atualmente dividida entre União (50%), estado produtor (40%) e município produtor (10%), passaria a incluir estados e municípios onde não existe extração. 
Nova lei , tanto estados como municípios receberiam 10%. Em 2020, 15%. 
A nova lei reduz a parcela atual de 40% destinada a estados produtores para 32%, em 2013, e para 20%, em 2020.
Fonte: http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2013/03/liminar-do-stf-suspende-redistribuicao-dos-royalties.html



O que é mesmo Royalties ?  

Royalty é uma palavra de origem inglesa que se refere a uma importância cobrada pelo proprietário de uma patente de produto (recurso natural). No caso do petróleo, os royalties são cobrados das concessionárias que exploram a matéria-prima, de acordo com sua quantidade. O valor arrecadado fica com o poder público. Segundo a atual legislação brasileira, estados e municípios produtores – além da União – têm direito à maioria absoluta dos royalties do petróleo. 

sábado, 16 de março de 2013

Você sabe a diferença: Estado Laico, Teocrático e Ateu?



Estado secular ou estado laico 
É um conceito onde o Estado é oficialmente neutro em relação às questões religiosas, não apoiando nem se opondo a nenhuma religião. Um estado secular trata todos seus cidadãos igualmente, independente de sua escolha religiosa, e não deve dar preferência a indivíduos de certa religião. O Estado Laico deve garantir e proteger a liberdade religiosa e filosófica de cada cidadão, evitando que alguma religião exerça controle ou interfira em questões políticas. 
O caso brasileiro 

O Brasil é um país com Estado laico, pois em nossa Constituição há um artigo que garante liberdade de culto religioso. Há também, em nosso país, a separação entre Estado e Igreja.


Estado teocrático ou Teocracia 
É o contrário de um estado secular, ou seja, é um estado onde há uma única religião oficial,  Nos países que não são laicos (teocráticos), a religião exerce o seu controle político na definição das ações governativas. Nos países teocráticos, o sistema de governo está sujeito a uma religião oficial. Alguns exemplos de nações teocráticas são: Vaticano (Igreja Católica), Irã (República Islâmica) e Israel (Estado Judeu)..

Estado Ateu
Como era a extinta União soviética -  quando um Estado se opõe a qualquer prática de natureza religiosa. Entretanto, apesar de não ser um Estado ateu, o Estado Laico deve respeitar também o direito à descrença religiosa.


  Estados laicos
  Estados não-laicos
  Ambíguo ou sem dados

Vou postar aqui, uma fonte para quem questiona o Brasil como uma país Laico:

http://jus.com.br/revista/texto/8519/brasil-estado-laico-e-a-inconstitucionalidade-da-existencia-de-simbolos-religiosos-em-predios-publicos

quarta-feira, 13 de março de 2013

Eis que surge Francisco!

                    
     Papa Francisco: 'os cardeais foram me procurar no final do mundo'
Eleito: O primeiro papa latino-americano e primeiro jesuíta a se tornar papa convocou as pessoas a rezarem por seu antecessor Bento XVI. Ele pediu que os fiéis "sigam um caminho de fraternidade, de amor" e de "evangelização" e pediu à multidão um minuto de silêncio: "Rezem por mim e deem-me a vossa bênção".

A hora impossível de um Papa Francisco I

Os quartos de Bento XVI estão vazios: com que o nome irá responder ao Escrutinador o próximo papa que irá dormir no seu leito? Após o anúncio do conclave, o pontífice pré-escolhido tem "um minuto inteiro" para pensar a respeito. O primeiro sinal da Igreja que muda poderia ser o nome do sucessor de Ratzinger. Da sacada, ninguém nunca anunciou "eis Francisco", Francisco I, para reiterar o compromisso do santo que protege a Itália, mas sempre esquecido pelos descendentes de Pedro.

A reportagem é de Maurizio Chierici, publicada no jornal Il Fatto Quotidiano, 08-03-2013. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Ele morreu há quase oito séculos, mas ninguém se sentiu disposto a abraçar a sua espiritualidade e a sua dedicação absoluta à vida dos outros. "Francisco é um nome impossível para a carga de poderes com os quais, ao longo dos séculos, foi construído o papado: infalibilidade, soberania, controle na forma de todo serviço, autoridade sobre milhões de fiéis, responsabilidade de propostas. Não é uma questão de humildade pessoal. Francisco impõe uma pobreza difícil a qualquer soberano vaticano".


Raniero La Valle não imagina que o próximo papa possa se lembrar disso. O que o conforta é a renúncia de Bento XVI, que restitui ao pontífice a fragilidade humana. Reevocada por Paulo VI no seu único discurso de improviso depois do Concílio: ele pediu que a Igreja se tornasse pobre "não só no ser, mas também no aparecer", palavras que se esvaíram com o tempo.

Diretor e testemunho para o jornal Avvenire, dos bispos italianos, nos anos do Concílio Vaticano IILa Valle hoje gira o mundo pela Rai em busca dos últimos. Entre os livros Dalla parte di AbelePacem in TerrisLa teologia della liberazione e a belíssima memória Il mio Novecento. Ele lidera os Comitês Dossetti para a Defesa da Constituição. A separação da Igreja da gestão dos bens é um tormento que atravessa os anos: quem também o invoca é Heinrich Böll, prêmio Nobel de Literatura que cresceu no pacifismo católico da Alemanha ano zero.

"Será sempre tarde demais quando a Igreja e a aristocracia se separarem das suas imensas propriedades, dos seus tesouros, das ridículas e pomposas ninharias com as quais elas continuam se adornando. Um aspecto do mundo ocidental são, justamente, as propriedades das Igrejas. Terrível fardo que pesa sobre o atormentado e sofredor líder daquela que é ainda hoje a mais poderosa das Igrejas. Quem poderia renunciar à propriedade? Quem, senão essa Igreja que não tem descendentes? Torna-se cada vez mais tarde".

Era 1969. Em Castel Gandolfo, o Papa Montini repetia as mesmas palavras: "Com este Vaticano, nunca haverá um papa chamado Francisco, porque Francisco destruía as regras humanas apenas na obediência ao Evangelho. Nenhuma estrutura piramidal, nenhuma burocracia, nenhum privilégio". Quando ele descobriu que um irmão da Ordem construiu para si uma pequena casa, ele subiu ao telhado e, uma a uma, arrancou as suas telhas: que pobreza é essa se muitos irmãos se refugiam nas grutas da campanha? Quem o lembra é Ettore Masina, vaticanista e escritor que relatou o Concílio.

Francisco vinha da riqueza do pai, do qual se separou despojando-se das roupas diante do bispo e de uma multidão de curiosos. A pobreza é a vocação que o fez passar por louco. "Portanto, é impossível, nos nossos anos, que um pontífice chamado Francisco possa habitar no Vaticano. Ele deveria viver na última paróquia de Roma".

O padre Paolo Farinella, pároco no centro de Gênova de uma paróquia sem paroquianos, viveu em Jerusalém nos anos do cardeal Martini. Estudou hebraico, aramaico e grego. Tem duas graduações em teologia bíblica, sobretudo a análise religiosa e política da Terra Santa devastada por repressões e intifadas. Os seus livros são publicadas pela editora Gabrielli. Em 2000, publicou o romance Habemus Papam, Francesco I. Dez anos depois, ele o reescreveu com o título Habemus papam. La leggenda del papa che abolì il Vaticano [A lenda do papa que aboliu o Vaticano], mas a história não muda.
Ele conta a história de um pároco genovês chamado a Roma, onde os Padres do conclave não chegam a um acordo, e um cardeal que conhece as virtudes do pequeno padre faz a excêntrica proposta: e se escolhêssemos alguém assim? Pároco desarmado nos círculos da burocracia vaticana. Papa ideal nas mãos dos manipuladores. Eis a surpresa: assim que o Escrutinador se dirige a ele para perguntar-lhe "quomodo vocaberis?", como você quer se chamar, o velho padre responde: "Francisco I".

E, quando, do trono, se dirige ao povo, a voz não treme: "Escolhi o nome de Francisco não por um capricho político, mas sim para que ele permaneça como marca de fogo na minha carne. Deve ser um lembrete constante a levar a sério o Evangelho: a caridade como lei, a pobreza como estilo, a comunhão como método".

A multidão observa, perplexa, os paramentos que brilham. "Eu sei perfeitamente o que vocês estão pensando: prega bem, mas pratica mal". Com lentidão exasperada, começa a se despojar. "Deponho esta férula de prata: como dizMarcos, não levem para a viagem nada mais do que um bastão. Deponho este chapéu anacrônico: mais do que um pastor, ele me mostra como um sátrapa oriental". Ele se desfolha como uma cebola: do anel de zafira, da cruz de ouro maciço, dos paramentos "luxuosos que deveriam render glória a Deus e se tornam ofensa para os pobres".

Ele fica com uma túnica branca. "E, por um momento, bispos e cardeais se envergonharam por não estarem nus como Adão e, olhando-se adornados pelos mantos no espelho da sua alma, se reconheceram ridículos". 

Eis que surge Francisco!
http://www.ihu.unisinos.br/noticias/518273-a-hora-impossivel-de-um-papa-francisco-i

Meu agradecimento a minha amada prima Tati Machado que 
possibilitou este material para postagem!

segunda-feira, 11 de março de 2013

ITÁ - Oeste de Santa Catarina - VENHA CONHECER

A cidade antiga foi submersa e dela aprece apenas parte ta torres da igreja
                   Itá é uma das poucas cidades brasileiras totalmente planejadas. 

Por ter sido colonizada por alemães e italianos, foi reerguida com as características e valores culturais dos seus fundadores. Repleta de praças, parques e clubes, a cidade oferece um bom nível de vida a moradores e visitantes.

No município de Itá destaca-se o Parque Aquático Thermas Ita, localizado as margens da Rodovia SC 465 á 100 metros do centro da cidade, com uma arquitetura arrojada, e uma distribuição de serviços e lazer o suficiente para agradar a todos, e a exuberante torres da antiga igreja matriz são pedro protando do meio do lago da Usina Hidreletrica Itá. 


Além de possuir uma historia e cultura preservada junto a casa da cultura e do museu que abriga uma das mais ricas histórias da região. Destacam-se ainda a arquitetura da nova cidade planejada, a arborização de todas as suas alamedas, o lago da Usina Hidrelétrica Itá, as belezas naturais e a grande Usina Hidrelétrica Itá com sua produção de 1.450 MW.

Fonte: www.sc.gov.br
Foto: Ricardo Resmini



                VALE  A PENA CONHECER

Filme baseado no Livro: Amar Verbo Intransitivo


                                   Vestibular UFSC 2014
                           


O que você gostaria de saber sobre o IFSC?


Dúvidas Frequentes


1. O Instituto Federal é igual a uma universidade federal?

Apesar de ambos serem autarquias federais, possuem atuações diferentes. Uma universidade federal atua apenas com cursos superiores, oferecendo cursos de graduação e pós-graduação. Já os institutos federais atuam desde formação básica, técnica e tecnológica, oferecendo cursos de qualificação, técnicos, de graduação e pós-graduação.

2. Qual a sigla correta: "IF-SC" ou "IFSC"?

Quando criados, todos os institutos federais possuíam o hífen após o "IF", seguidos da sua designação específica. No caso do Instituto Federal de Santa Catarina, a sigla era "IF-SC". Porém, devido ao uso e à pronúncia cotidianos, o hífen caiu em desuso e, por isso, atualmente é mais comum o uso da sigla "IFSC", inclusive internamente na instituição. Por isso tanto "IF-SC" quanto "IFSC" estão corretas.

3. Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) e Instituto Federal Catarinense (IFC) são a mesma instituição?

Não. O estado de Santa Catarina possui dois institutos federais que são instituições diferentes – cada uma com seu reitor e com campi diferentes. 

a) O Instituto Federal Catarinense (IFC) surgiu da junção de colégios agrícolas federais. 

Já o IFC possui sua reitoria em Blumenau e é responsável pelos campi nas cidades de Araquari, Camboriú, Concórdia, Rio do Sul, Sombrio e Videira, pelos campiAvançados de Ibirama, Luzerna e São Francisco do Sul, além de duas unidades urbanas em Rio do Sul e Sombrio e um pólo no município de Abelardo Luz.

B) Já o Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) foi constituído a partir do Centro Federal de Educação Tecnológica de Santa Catarina (Cefet-SC).

O IFSC possui sua Reitoria em Florianópolis e campi nas cidades de Araranguá, Caçador, Canoinhas, Chapecó, Criciúma, Florianópolis, Garopaba, Gaspar, Itajaí, Jaraguá do Sul, Joinville, Lages, Palhoça, São José, São Miguel do Oeste, Urupema e Xanxerê. Além disso, em 2012, iniciarão as obras dos campi São Carlos e Tubarão.

4. Quais os cursos que o IFSC oferece?

O IFSC oferece desde cursos de qualificação até cursos técnicos, graduação e pós-graduação. Todos os cursos são gratuitos. Além do ensino presencial, o Instituto também oferece ensino a distância por meio do programa Universidade Aberta (UAB) e Escola Técnica Aberta do Brasil (e-Tec).

5. O que é um curso de qualificação?

Chamados de cursos de formação inicial e continuada (FIC), são cursos de curta duração voltados ao aperfeiçoamento e qualificação para todos os níveis de escolaridade, ofertados nas diferentes áreas profissionais. O processo seletivo depende de cada curso, mas pode ser por sorteio público ou análise socioeconômica.

6. O que são cursos voltados a Educação de Jovens e Adultos (Proeja)?

São cursos de educação profissionalizante integrados à educação básica que fazem parte do Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos (Proeja). O programa, promovido pelo Ministério da Educação (MEC), tem como princípio educativo o trabalho, a partir da formação profissional com escolarização para jovens e adultos. Neste curso, o aluno conclui o Ensino Fundamental ou Médio junto com um curso de qualificação ou técnico. O processo seletivo é por análise socioeconômica ou sorteio público.

7. O que são os cursos técnicos?

São cursos de nível médio que objetivam capacitar o aluno com conhecimentos teóricos e práticos nas diversas atividades do setor produtivo. Acesso imediato ao mercado de trabalho é um dos propósitos dos que buscam este curso, além da perspectiva de requalificação ou mesmo reinserção no setor produtivo. Os cursos técnicos são oferecidos nas seguintes formas: integrado, concomitante e subsequente.

Integrado: em que o aluno faz o curso técnico junto com o Ensino Médio no IFSC. Para fazer, é necessário ter Ensino Fundamental completo e a seleção é por meio de uma prova.

Concomitante: em que o aluno faz o Ensino Médio em uma outra instituição de ensino e o curso técnico no IFSC. Para fazer, é necessário Ensino Fundamental completo e a seleção é por meio de uma prova.

Subsequente: em que o aluno já concluiu o Ensino Médio e só faz o curso técnico no IFSC. A seleção é por meio de prova.

8. Quais os cursos de graduação oferecidos pelo IFSC?  

O IFSC oferece três modalidades de Graduação:

Cursos Superiores de Tecnologia: O curso superior de tecnologia é um curso de graduação que forma profissionais de nível superior, denominados tecnólogos, com formação para a produção e a inovação científico-tecnológica e para a gestão de processos de produção de bens e serviços.  O processo seletivo é por prova de vestibular.

Licenciatura: O curso de Licenciatura em Ciências da Natureza é um curso superior de graduação plena destinado à formação de professores para atuação nas diferentes etapas e modalidades da educação básica. O processo seletivo é por prova de vestibular.

Bacharelado: São cursos superiores que formam profissionais para áreas específicas como é o caso do curso de Engenharia de Automação do Campus Chapecó. O processo seletivo é por prova de vestibular.

9. Quais os cursos de pós-graduação oferecidos pelo IFSC?  

O IFSC oferece cursos de especialização e mestrado.

10. O IFSC possui cursos a distância?

Por meio do programa Universidade Aberta do Brasil (UAB) e Escola Técnica Aberta do Brasil (e-Tec), o IFSC oferece cursos técnicos, de graduação e pós-graduação a distância em dezenas de cidades por meio de polos de educação a distância em Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo.

11. Como saber os cursos que estão abertos no IFSC?

Além do ingresso para cursos técnicos e de graduação que ocorre duas vezes por ano, periodicamente, os diversos campi do IFSC abrem inscrições para cursos de qualificação e voltados à educação de jovens e adultos. Para saber quais vagas estão abertas em cada campus

basta acessar o site www.ingresso.ifsc.edu.br ou ligar para 0800 722 0250.


A criação
O IF-SC  foi criado por meio do decreto 7.566, de 23/09/1909
Pelo presidente Nilo Peçanga. O nome adotado na época foi o de Escola de Aprendizes de Artíficies  um prédio cedido pelo governo Catarinense no centro de Floripa

Anos 60
1962 - a Escola Industrial de Florianópolis transferiu sua sede para a avenida Mauro Ramos, no local onde hoje funciona o Campus Florianópolis e que até 2006 foi sede da instituição. 
1965 - O nome e o status da instituição mudaram novamente em   Escola Industrial Federal de Santa Catarina 
1968 - Adotou a denominação Escola Técnica Federal de Santa Catarina (ETF-SC), a que mais tempo durou durante a trajetória da instituição. Naquela época, começou o processo de extinção gradativa do curso ginasial, por meio da supressão da matrícula de novos alunos na primeira série. O objetivo era especializar a escola em cursos técnicos de segundo grau (atual ensino médio). Depois da edição da Lei de Diretrizes e Bases da Educação, o ETF-SC passou a funcionar somente com ensino de segundo grau.

Criação de novos cursos e unidades

  • A ETF-SC implantou diversos curso. 
  • Em  88 a escola iniciou a oferta desses dois últimos cursos em São José. Foi a primeira unidade de ensino do atual IF-SC fora da capital.
  • 1990 - A ETF-SC passou a oferecer cursos nas áreas de serviços e informática.
  • 1994 -  Foi implantada a terceira unidade de ensino da instituição, a primeira no interior de Santa Catarina, na cidade de Jaraguá do Sul, na região norte do estado. 
  • No caso da ETF-SC, a transformação para CEFET-SC foi oficializada em 27/03/2002, quando foi publicado no Diário Oficial da União.
  • Depois da mudança para CEFET-SC, a instituição passou a oferecer cursos superiores de tecnologia e de pós-graduação. 
  • As outras duas unidades foram implantadas no interior: em Chapecó, no oeste de Santa Catarina, e Joinville, no norte.
  • 2006, a instituição passou a oferecer o Curso técnico em Pesca , o primeiro em pesca marítima do país, na cidade de Itajaí/SC
  • A sétima unidade de ensino do CEFET-SC começou as atividades em fevereiro de 2008 em Araranguá, na região sul de Santa catarina
  • 2010 , o IF-SC inaugurou mais nove campi: Caçador, Urupema, Canoinhas, Criciúma, Gaspar, Lages, São Miguel do Oeste, Geraldo Werninghaus e Xanxerê. 



Metodologia e Prática do Ensino de Geografia


Congrega um conjunto de temas sobre a especificidade do ensino de Geografia nos níveis fundamental e médio;

3. METODOLOGIAS DE ENSINO E PRÁTICA DO PROFESOR EM SALA DE AULA
A prática do professor não se pauta somente nos conhecimentos que se adquire nas instituições formadoras, ela também engloba as experiências que ele apreende no cotidiano. Essa prática dos professores caracteriza os enfoques desse processo, que pode definir as intenções do ensino, o modo como a aula é organizada, as atividades propostas, os conteúdos selecionados, os instrumentos e procedimentos de avaliação empregados e as formas como acontecem às relações professor/aluno.
Tal prática docente realizada nas escolas pode ser caracterizada como tradicionaltecnicistaescola novista e sociocultural, segundo Romanowski (2007). Falaremos brevemente a seguir sobre cada uma delas, utilizando os conhecimentos disponibilizados pela autora citada:

3.1 A prática Tradicional
O objetivo do enfoque tradicional na prática docente é a transmissão do conhecimento pelo professor, o qual deve ser assimilado pelos alunos. A base desse enfoque está na seleção dos conteúdos, no ensino enciclopédico, sendo estes, geralmente, descolado do cotidiano dos alunos. O docente privilegia a aula expositiva tornando assim, o aluno um memorizador dos conteúdos. Quanto à avaliação, é rigorosa e centrada na reprodução dos conteúdos sempre privilegiando a reprodução de informações. No ensino tradicional o professor geralmente é autoritário e prefere que os alunos permaneçam em silêncio para que o "dono" do conhecimento (professor) encha os recipientes vazios (alunos).

3.2 A prática Tecnicista
A atividade do professor passa a ser instrumental, pois, nesse enfoque, ocorre a valorização da técnica aplicada ao ensino. A ação instrumental do professor exige o domínio da disciplina ensinada, o conhecimento de técnicas para direcionar as atividades didáticas e os procedimentos de diagnóstico, assim como a solução de problemas da aprendizagem. Esse enfoque objetiva enfatizar o desenvolvimento de competências e atitudes para formar o profissional a atuar no mercado de trabalho.
Nessas condições, o papel dos alunos é o de realizarem as atividades propostas pelos professores nos manuais didáticos. A avaliação é padronizada e examina o desempenho em testes.
Em suma, esse modelo tecnicista é caracterizado pela hierarquização e divisão do trabalho na escola, pois, se utiliza de profissionais para elaboração de avaliações, de manuais, de planejamento, etc. Cabendo ao professor treinar os alunos para um bom desempenho.

3.3 A Escola Nova
A promoção da aprendizagem dos alunos de modo ativo é o objetivo desse enfoque. O professor é visto como mediador para promover essa aprendizagem, sendo visto também como um facilitador, um artista ou profissional clínico que deve empregar sua sabedoria, experiência e criatividade para agir na promoção das condições do desenvolvimento, para a aprendizagem dos seus alunos, que passam a ser o centro do processo escolar. A valorização das relações e dos processos cognitivos acontece na prática docente, pois o próprio professor é considerado um aprendiz.
Desse modo, para que aconteça a construção do conhecimento, o método de ensino passa pela problematização, por meio das ações sobre os objetos e sobre os conhecimentos, para que o próprio aluno possa se reconstruir como aprendiz.

3.4 O enfoque Sociocultural
Considera a prática docente como reflexão para reconstrução ou transformação social. A principal meta desse enfoque é contribuir para a mudança da sociedade.
No entendimento de Freire (1996, apud ROMANOWSKI, 2007), é importante que o professor tenha consciência do que faz, porque faz e como faz; que o docente estabeleça o confronto de como era a situação, como está sendo desenvolvida e como reconstruir para fazer coisas diferentes das que sempre faz. Esse é um processo coletivo, pois, as mudanças sociais e culturais não ocorrem isoladamente. Nesse caso, todos os profissionais da educação juntam-se ao processo de desenvolvimento para refletirem em grupo. Esse ato requer participação, envolvimento e clima de aprendizagem profissional, tendo por base a compreensão da prática na aula e orientado para facilitar a compreensão e transformação da própria prática. Dessa forma, rompe-se com o controle de tarefas planejadas em gabinetes para serem executadas em sala de aula (tecnicismo).

Leia mais em: http://www.webartigos.com/artigos/novas-perspectivas-em-metodologia-de-ensino-e-pratica-docente/18961/#ixzz2NCp8gB3H

sexta-feira, 8 de março de 2013

Ótima leitura: O cientista que crê em Deus!




Francis Collins, o homem mais poderoso da ciência 
    norte-americana faz questão de professar 
publicamente a fé cristã

Dono de um currículo impecável dentro do mundo científico e de um entusiasmo contagiante em
relação a tudo o que se refere à genética, Collins foi encarregado de encabeçar um consórcio público integrado por centros de pesquisa norte-americanos, britânicos, franceses, alemães e japoneses e chineses vieram mais tarde – com a tarefa hercúlea de sequenciar todos os três bilhões de pares de bases que constituem o DNA humano.

Em 2006, Collins lançou, nos Estados Unidos,o livro A Linguagem de Deus (Ed. Gente), no
qual discorria sobre como havia resolvido dentro de si o dilema entre fé e ciência.
Em 300 páginas escritas com elegância e sinceridade, um dos mais notórios homens da ciência
admitiu ao mundo que acreditava piamente em Deus. A obra reacendeu o velho debate entre crentes e
ateus, movimentou evolucionistas e criacionistas e suscitou embates históricos – o mais famoso deles
deu-se entre Collins e o zoólogo e evolucionista britânico Richard Dawkins.

A polêmica, no entanto, não foi suficiente para abalar o prestígio de Collins na comunidade científica ou
afastá-lo das salas de aula e dos centros de pesquisa. Pelo contrário. No ano passado, ele foi nomeado
por Barack Obama para dirigir os Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos, aos quais está diretamente ligado o Instituto Nacional de Pesquisa do Genoma Humano.

Como o prestígio do cargo no âmbito da ciência o coloca mais ou menos na mesma posição ocupada
por Obama entre os chefes de estado do planeta, há quem diga que a crença religiosa do cientista o
coloca em uma situação delicada, levando-se em conta que Collins tem sob sua responsabilidade
controlar um orçamento de mais de 30 bilhões de dólares destinados exclusivamente a pesquisas
biomédicas e de saúde.

“Será que devemos confiar o futuro da pesquisa biomédica nos Estados Unidos ao homem
que acredita que a compreensão científica da natureza humana é algo impossível?”

chegou a questionar o neurocientista e escritor Sam Harris em um editorial publicado no jornal The
New York Times, logo após a nomeação de Collins.


Alheio à polêmica gerada em torno de suas crenças, o 
cientista cristão segue firme no cargo e acaba de lançar 
mais um livro. Entitulada;  A Linguagem da Vida (Ed. Gente), 
a obra é um apanhado sobe as mais recentes descobertas 
pós-genoma.

Nela, Collins conta – entre outras coisas – os bastidores 
do Projeto Genoma sob sua ótica e mostra ao leitor como 
genética está conduzindo a medicina para um caminho de 
total transformação. Um caminho onde, segundo ele, a personalização dos tratamentos já é uma realidade e a 
prevenção e a detecção precoce de doenças serão uma 
ciência cada dia menos imprecisa. 
(Leoleli Camargo, iG- São Paulo)



Fonte:
http://ultimosegundo.ig.com.br/genomahumano/o-cientista-que-cre-em-deus/n1237681730212.html 




Recomendo:

Outro ótimo Livro de Collins:  

" A Linguagem de Deus" 



Maravilhoso, AMEI LER ESTE LIVRO!
                                           Profª Jackie