terça-feira, 10 de julho de 2012

Dos nove temas atuais da Veja que podem cair no Enem e vestibulares - Último:Cidadania: Eleições Municipais

A urna eletrônica utilizada durante as eleições brasileiras


Em outubro, os brasileiros irão às urnas para escolher prefeitos e vereadores. De acordo com os professores, questões sobre o processo eleitoral brasileiro e comparações entre diferentes momentos da história do Brasil podem aparecer nas provas. É importante ter em mente a divisão política e administrativa do país e as atribuições de casa um dos poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário.


Complementação da prof. Jackie



A História da Urna Eletrônica 

A urna eletrônica brasileira ou máquina de votar brasileira é um computador responsável pelo armazenamento de votos durante as eleições. O dispositivo foi desenvolvido no Brasil em 1996 e desde então diversos outros países vêm testando esse e outros equipamentos semelhantes. Porém foi em 1989, na cidade de Brusque, Santa Catarina, onde o juiz Carlos Prudêncio realizou a primeira experiência de votação com micro-computadores.


As eleições municipais no Brasil em 2012 ocorrerão:

. No primeiro turno em 7 de outubro e o segundo turno em 28 de outubro

.Serão eleitos prefeitos, vice-prefeitos e vereadores em 5 566 municípios brasileiros.

.Apenas as cidades com mais 200 mil eleitores terão segundo turno

A Lei da Ficha Limpa proporciona mudanças para as eleições 2012

A Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar 135/10) foi considerada constitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF) , mas as dúvidas sobre as novas regras de inelegibilidade não acabaram. Uma mostra de que a ficha limpa provoca diferentes entendimentos é o placar final na mais alta corte do país. Sete dos 11 ministros votaram pela validade da regra, aprovada e sancionada em 2010. Quatro foram contrários a ela.

Quem está barrado pela Lei da Ficha Limpa

a) Segundo a Lei da Ficha Limpa, quem renunciou para não ser cassado está inelegível por um período de oito anos após o final do mandato do qual abriu mão.

b) Oito anos de inelegibilidade para quem for condenado pela Justiça Eleitoral em processos de abuso de poder.

Exemplos da aplicação da lei de Ficha Limpa:                           

Natan Donadon (PMDB-RO)Segundo mais votado dentro da coligação peemedebista, Natan Donadon foi condenado a 13 anos e quatro meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) acusado de desviar dinheiro da Assembleia Legislativa de Rondônia por meio de uma licitação fraudada. Continua no mandato, mas ficará inelegível para as próximas eleições.
Condenado à prisão, Donadon continua deputado

Paulo Octávio (sem partido-DF)Com a prisão do então governador do Distrito Federal José Roberto Arruda em fevereiro de 2010, Paulo Octávio assumiu interinamente a chefia do Executivo local. Logo depois, a seção brasiliense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-DF) entrou com um processo por crime de responsabilidade na Câmara Legislativa. Após a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa aceitar o pedido de impeachment, Paulo Octávio renunciou ao cargo em 23 de fevereiro. Assim, Paulo Octávio está inelegível até 2018.

Joaquim RorizEntão senador, Roriz renunciou em 2007 depois que foi acusado de negociar uma partilha irregular de R$ 2,2 milhões com o presidente do Banco Regional de Brasília (BRB). Por conta da denúncia, o Psol entrou à época com representação contra Roriz, e ele preferiu desistir do mandato a enfrentar o processo de cassação. Por conta dessa renúncia, Roriz fica inelegível até 203.


Quem escapou da Lei da Ficha Limpa e por quê?                       

Jader Barbalho (PMDB-PA)Figura política controvertida, Jader voltou ao Senado um ano após receber 1,8 milhão de votos dos eleitores paraenses. Ele já presidiu a Casa e renunciou ao mandato após ser alvo de uma série de denúncias, em meio a uma queda de braço com o então senador Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA).
Na época, por conta da disputa, ele acabou renunciando ao mandato em 2001. Ele ficaria no cargo até 2003. Como os ministros decidiram que a Lei da Ficha Limpa vale para condenações e renúncias ocorridas antes de 2010, conta-se o prazo de oito anos. Oito anos depois de 2003 é 31 de janeiro de 2011. Portanto, Jader não está mais inelegível.


João e Janete Capiberibe (PSB-AP)Janete e João Capiberibe perderam os mandatos por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por compra de votos nas eleições de 2002. Em 2010, os dois concorreram, respectivamente, a deputada e a senador, conseguindo votos suficientes para serem eleitos. No entanto, só tomaram posse após o Supremo decidir que a Lei da Ficha Limpa só seria aplicada a partir das eleições deste ano.
Na época da análise dos registros de candidatura dos dois, os TSE informou que a sanção de oito anos de inelegibilidade passou a ser contada a partir das eleições de 2002, quando a compra de votos ocorreu. Portanto, a perda dos direitos políticos do casal se encerrou em 2010.


José Roberto Arruda (sem partido-DF)Apontado pelo Ministério Público como líder de um esquema de propina envolvendo membros do Executivo e do Legislativo da capital federal, Arruda ficou preso por dois meses por ordem do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF) cassou o mandato do então governador por infidelidade partidária.
Para evitar a expulsão do partido, Arruda saiu do DEM. O partido, então, entrou na Justiça contra ele. Apesar de ter sido preso e da cassação por infidelidade partidária, ele não está inelegível. Assim como o peemedebista Jader Barbalho, ele renunciou ao mandato de senador em 2001, ficando sem os
direitos políticos até 31 de janeiro de 2011.


segunda-feira, 9 de julho de 2012

Oitavo Tema Revista Veja: Geopolítica: Primavera Árabe/ Revolta no Mundo Islâmico

Em manifestação em Sanaa, mulher exibe mãos pintadas com cores das bandeiras da Líbia e do Iêmem 
A onda de protestos que varreu do poder o tunisiano Zine El Abidine Ben Ali e o egípcio Hosni Mubarak alcançou o norte da África e diversos países do Oriente Médio. A agitação em nações como Síria e Líbia deve motivar questões conceituais sobre a região. O ditador Muamar Kadafi deve ficar de fora dos exames, mas os protestos recentes servem de pretexto para a discussão sobre a região e seu passado. Perguntas sobre Guerra Fria, petróleo, diplomacia e economia podem surgir. Internet e comunicação digital também são assuntos em voga, já que facilitaram a mobilização das populações locais.

Em comum, são nações de maioria islâmica e governos, em maior ou menor grau, ineficientes, corruptos e autoritários.


Os protestos são muitas vezes articulados na internet, mas é nas ruas das grandes cidades que atraem a atenção da comunidade internacional - e da tropa de choque dos governos locais. Os manifestantes têm inspirado a solidariedade de países democráticos. Mas a instabilidade política inspira apreensão também: não basta derrubar um ditador para instalar um governo democrático. E dada a orientação fundamentalista de certas oposições, teme-se a ascensão de governantes ainda ineficientes, ainda corruptos e muito mais autoritários.

http://veja.abril.com.br/noticia/internacional

             Complementação Prof. Jackie                   



 

Mundo Arábe

Afinal o que foi a Primavera Arábe?


Foram protestos no mundo árabe que aconteceram em 2010-2011, também conhecido como a Primavera Árabe, uma onda revolucionária de manifestações e protestos que vêm ocorrendo no Oriente Médio e no Norte da África desde 18 de dezembro de 2010. Até a data, tem havido revoluções na Tunísia e no Egito, uma guerra civil na Líbia; grandes protestos na Argélia, Bahrein, Djibuti, Iraque, Jordânia, Síria, Omã e Iémen e protestos menores no Kuwait, Líbano, Mauritânia, Marrocos, Arábia Saudita, Sudão e Saara Ocidental. Os protestos têm compartilhado técnicas de resistência civil em campanhas sustentadas envolvendo greves, manifestações, passeatas e comícios, bem como o uso das mídias sociais, como Facebook, Twitter e Youtube, para organizar, comunicar e sensibilizar a população e a comunidade internacional em face de tentativas de repressão e censura na Internet por partes dos Estados.

                                   Evolução destes eventos 
                      


                                  Revolução

██ Mudanças no governo
██ Conflito armado
██ Grandes protestos
██ Pequenos protestos


Movimento que deu origem a Primavera Arábe

                                              Foi na Tunísia em 18 de Dezembro de 2010



Tunísia - Resultado  O presidente da Tunísia, Zine El Abidine Ben Ali, fugiu para a Arábia Saudita em 14 de janeiro,

                   Com o sucesso dos protestos na Tunísia, uma onda de instabilidade atingiu:                  


Argélia, Jordânia, Egito e o Iêmen, com os maiores, mais organizadas manifestações que ocorrem em um "dia de fúria". Os protestos também têm provocado distúrbios semelhantes fora da região.
Egito - Resultado      O presidente Hosni Mubarak renunciou em 11 de Fevereiro de 2011


             Na sequência surgiram novos protestos Tbém chamados de  Revolução de Jasmim:         


Líbia - Resultado       Após 18 dias de protestos em massa, terminando seu mandato de 30 anos; o presidente Muammar al-Gaddafi, morto em tiroteio após ser capturado no dia 20 de outubro e torturado por rebeldes, arrastado por uma carreta em público, morrendo com um tiro na cabeça.
Iêmen - Resultado     Ali Abdullah Saleh, anunciou que não iria tentar se reeleger em 2013, terminando seu mandato de 35 anos.
Sudão - Resultado      Omar al-Bashir também anunciou que não iria tentar a reeleição em 2015.

Jordânia - Resultado  protestos também causaram a renúncia do governo, resultando na indicação do ex-primeiro-ministro e embaixador de Israel, Marouf Bakhit, como novo primeiro-ministro pelo rei Abdullah.



Forte abraço

Prof. jackie

domingo, 8 de julho de 2012

Sétimo tema Veja On line:Geopolítica: 30 anos da Guerra das Malvinas



Placa na Argentina diz 'As Malvinas são argentinas'

 As Ilhas Malvinas – Falkland para os britânicos – ficam a cerca de 500 quilômetros do litoral argentino, mas são administradas e ocupadas pela Grã-Bretanha desde 1883. Isso já trouxe tensão entre os dois países, que entraram em guerra em 1982. Derrotada em dois meses de conflito, a Argentina se rendeu e os britânicos seguiram como donos do território, onde hoje vivem hoje cerca de 3.000 pessoas. Recentemente, a presidente argentina, Cristina Kirchner, decidiu reclamar novamente a soberania sobre a ilha, o que reacendeu a tensão internacional. O assunto pode suscitar questões sobre a ditadura argentina ou as antigas colônias britânicas, como a Índia. O governo da premiê Margareth Tatcher, que liderou a vitória da Grã-Bretanha na guerra, também pode aparecer no Enem.

COMPLEMENTO PROF. JACKIE

 O aniversário de 30 anos da Guerra das Malvinas reacendeu a memória de um conflito que divide até hoje argentinos e britânicos. Em fevereiro, o governo argentino pediu a reabertura de negociações sobre a soberania das ilhas e acusou o Reino Unido de militarizar a área após o envio de um navio britânico.

A Guerra

A guerra começou em 2 de abril de 1982 após a Argentina invadir o arquipélago que considera sua extensão territorial histórica. O país entende que, ao se tornar independente em 1822, passou também a controlar as ilhas, que pertenciam aos espanhóis. Já os britânicos afirmam que dominam a região desde 1833, quando ocuparam e colonizaram o arquipélago.

Para os historiadores, o início da guerra foi a arma do ditador argentino, general Leopoldo Galtiere, para dar fôlego ao governo militar, já agonizante no país. A então primeira-ministra britânica Margareth Thatcher, que enfrentava uma crise de popularidade, reagiu com força.No final de abril, 28 mil soldados em 100 navios chegaram ao arquipélago para defender seus 1.800 habitantes, considerados por Thatcher parte da “tradição e reserva britânica”. A Argentina contava com uma tropa com 12 mil soldados nas ilhas e cerca de 40 navios.
No dia 2 de maio, os britânicos afundaram o navio argentino General Belgrano, matando todos os 326 tripulantes. Dois dias depois, a embarcação britânica HMS Sheffield foi atingida por um míssil Exocet e afundou deixando 20 mortos.


A guerra, que durou 75 dias, só acabou em 14 de junho, com a rendição dos argentinos. Ao todo, 258 britânicos e 649 argentinos morreram no conflito.

As relações diplomáticas entre o Reino Unido e a Argentina só foram retomadas em 1990, mas ainda há rusgas. Desde então, o governo argentino mantém uma reivindicação pacífica das ilhas, mas o Reino Unido diz que a soberania do território não está em negociação.

Cerca de mil soldados britânicos patrulham as
Malvinas e estão envolvidos em ações como construção de estradas e monitoramento de campos minados.

Exceto pela defesa, os cerca de 2,9 mil moradores da ilha atualmente são autossustentáveis. A venda de licenças para pescar garante boa parte da arrecadação, mas a agricultura também é importante. O
Reino Unido explora a área ainda em busca de petróleo.

O turismo também vem crescendo ao longo dos anos no arquipélago, que recebe cerca de 5 mil cruzeiros por ano de turistas interessados na rica diversidade marinha e nas colônias de pinguins.


*(Contém informações do G1 do Jornal Nacional e da BBC)

Forte abraço

Prof. Jackie

sábado, 7 de julho de 2012

Dos nove temas que podem cair no Enem e vestibulares de 2012/2013 - Estamos publicando o sexto tema: Crise econômica mundial



                     Crise econômica mundial


A indisciplina fiscal e o descontrole das contas públicas em países da zona do euro, em particular na Grécia, arrastaram o bloco para uma crise financeira sem precedentes. Os gregos amargam altos índices de desemprego – mais da metade dos jovens não encontra trabalho. Em seguida, a Itália anunciou oficialmente a recessão de sua economia. Enquanto isso, a dívida pública bate recorde na Espanha. De acordo com os professores, é importante entender os caminhos que levaram o Velho Continente à crise e as consequências do cenário devastador, inclusive para o Brasil. Questões sobre blocos econômicos e a formação e solidificação da União Europeia também podem aparecer em exames deste ano.

Europa - 06/julho/2012

A indisciplina fiscal e o descontrole das contas públicas em países da zona do euro, em particular na Grécia, arrastaram o bloco para uma crise financeira sem precedentes. Após a revelação de que os gregos maquiavam seu nível de endividamento, títulos soberanos de diversos países da zona do euro foram rebaixados pelas agências de risco, e a moeda comum caiu ao nível mais baixo em quatro anos. Para tirar a Grécia do buraco, União Europeia e FMI impõe um duro e impopular plano de austeridade, a que condicionam o socorro financeiro.

Itália : Eliminar da zona do euro economias em recessão - mas de grande importância, como a Itália - resultaria em conflitos diplomáticos incalculáveis naquela região.
          
          Espanha:  Espanha atinge patamar de juros considerado perigoso e insustentável

         
Finlândia: Prefere sair do euro a pagar dívidas dos demais.  governo finlandês declarou nesta sexta-feira que prefere sair do euro a pagar as dívidas dos demais países que adotaram a moeda comum. "A Finlândia comprometeu-se a ser um membro da zona do euro e consideramos que o euro é benéfico. No entanto, a Finlândia não se prenderá ao euro a qualquer preço e estamos preparados para todos os cenários, inclusive abandonar a moeda europeia", declarou em uma entrevista ao jornal Kauppalehti a ministra finlandesa da Finanças, Jutta Urpilainen.
         Grécia: Pede prazos maiores para finalizar plano de ajuste , compromisso de não reduzir mais os     
         salários e as pensões, assim como a não aumentar mais os impostos e acelerar as reformas estruturais 
         para incentivar o crescimento e reduzir o desemprego, que dobrou desde 2010, ano que marca o
         início da crise da dívida.


Por que o mundo teme a saída da Grécia do euro ?


A China mostrou indicadores de atividade decepcionantes. Preocupado com a desaceleração em 2012, o
O economista-chefe da Gradual Corretora, André Perfeito, não acredita que a Grécia deixará o bloco justamente porque as consequências para a Europa (e o mundo) seriam tão calamitosas que as autoridades tentarão impedir que isso aconteça. Ele elenca, primeiramente, a piora da situação, já caótica, da economia grega. “Ela tem uma balança comercial tão cronicamente deficitária, exporta poucos produtos, não pode fabricar itens básicos e importa grande parte de seus insumos, que a ressureição do dracma [antiga moeda grega] não ajudaria muito”, afirma.
Além disso, a Grécia seria deixada de fora do bloco comercial único europeu, o que agravaria ainda mais sua recessão. Os preços aumentariam fortemente e o rendimento real da população cairia de forma abrupta.


Complementação: Prof. Jackie 

Qual é a atual  situação econômica dos Eua?

Nos EUA, a situação econômica não sofreu grandes alterações e os indicadores
econômicos continuam mornos e sem direção definida, portanto sem força para alterar o humor negativo
do mercado. O índice de preços dos imóveis caiu 2,6% em março com as vendas pendentes de imóveis
caindo 5,5% em abril. Já a pesquisa de emprego mostra criação de 133.000 postos no setor privado em
maio de 2012, mas os pedidos de auxílio desemprego cresceu para 383.000.
 E  da China?


governo chinês aprovou projetos de infraestrutura para alguns segmentos dentro do país.


E o Brasil, como esta reagindo a esta crise mundial?

O governo adota medidas para estimular o crescimento como a redução de IPI. O PIB doméstico
no primeiro trimestre apresentou um crescimento irrisório de 0,2% e a produção industrial encolheu pelo
oitavo mês consecutivo para 0,2% em abril.
Perspectivas:
acionário. Os problemas na Europa se mantem sendo difícil projetar recuperações consistentes. Ainda
teremos bastante volatilidade com tendência de queda caso o cenário não se altere.
Vivemos em um período de extrema complexidade para avaliação dos ativos no mercado
Respostas obtidas no site: http://www.mercantildobrasil.com.br/

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Brasil consolida-se como sexta economia mundial ! Mas... continua sendo um país subdesenvolvido!

Não esqueça: Um país só será desenvolvido se oferecer qualidade de vida para seu povo!
O Brasil, anunciou seus últimos dados de crescimento econômico, transformou-se oficialmente na sexta economia do mundo, relegando o Reino Unido à sétima posição, segundo confirmou o Centro de Pesquisa Econômica e Empresarial (CEBR, na sigla em inglês).

O CEBR, com sede em Londres, previu em dezembro do ano passado, ao publicar seu ranking anual de países, que o Brasil desbancaria o Reino Unido em relação ao volume de seu Produto Interno Bruto (PIB), algo confirmado nesta terça-feira. 'Segundo os números divulgados hoje e aplicando os preços atuais e uma taxa de câmbio médio, o Brasil se confirma como a sexta economia e o Reino Unido passa à sétima posição', declarou Tim Ohlenburg, economista-chefe desse centro, que prepara-se para lançar um ranking atualizado nos próximos meses.
De acordo com a lista de dezembro do CEBR, que agora deverá ser atualizada com os dados de cada país relativos a 2011, o Brasil ficaria atrás de Estados Unidos, China, Japão, Alemanha e França, nessa ordem.

"É um movimento natural. O Brasil tem uma grande população, enormes recursos naturais e uma indústria forte. É um país destinado a continuar crescendo", comentou Ohlenburg. O crescimento do Brasil em 2011 foi bastante inferior ao registrado no ano anterior, de 7,5%, o que reflete um aumento dos custos e a falta de competitividade de alguns setores da economia nacional.

http://veja.abril.com.br/noticia/economia/brasil


Comentário da Prof. Jackie


Por que ainda somos um país subdesenvolvido?

Para alguns economistas o  Brasil não é mais considerado um pais subdesenvolvido; mas " Em desenvolvimento"; ou seja; ele é uma economia emergente; o que sinceramente no meu ponto de vista e de outros cientistas sociais, não muda em nada a situação sócio-econômico do nosso povo. Realmente temos  uma economia em expansão e que tem grandes chances de se tornar uma potência um dia; porém ele pode ser chamado de subdesenvolvido em relação a distribuição da renda; da probreza que existe no pais, a nossa situação de distribuição de renda, moradia, escolaridade entre outras ainda é uma situação bastante preocupante, constatação esta que se difere em muito se comparado com um país desenvolvido. 
Portanto enquanto tivermos um forte número de cidadãos  vivendo abaixo da linha da probreza seremos sim mais um país subdesenvolvido.

O que é o G20? E qual o resultado da reunião deste grupo no México?



        
É um grupo constituído por ministros da economia e presidentes de bancos centrais dos 19 países de economias mais desenvolvidas do mundo, mais a União Européia. Criado em 1999, na esteira de várias crises econômicas da década de 1990, o G20 é uma espécie de fórum de cooperação e consulta sobre assuntos financeiros internacionais.

Principais objetivos do G20
- Favorecimento de negociações econômicas internacionais;
- Debates sobre políticas globais para promover o desenvolvimento econômico mundial de forma sustentável;
- Discussão de regras comuns para a flexibilização do mercado de trabalho;
- Criação de mecanismos voltados para a desregulamentação econômica;
- Criação de formas para liberação do comércio mundial.

Países membros 
- África do Sul
- Alemanha
- Arábia Saudita
- Argentina
- Austrália
- Brasil
- Canadá
- China
- Coreia do Sul
- Estados Unidos
- França
- Índia
- Indonésia
- Itália
- Japão
- México
- Reino Unido
- Rússia
- Turquia
- Países membros da União Europeia

Última reunião de Cúpula


A última reunião do G20 aconteceu entre os dias 18 e 19 junho de 2012, na cidade de Los Cabos (México). O principal tema do encontro foi a crise econômica na Zona do Euro.
Resultado desta reunião de cúpula no México/2012  


O encontro do G20, o grupo das principais economias avançadas e emergentes do planeta, terminou nesta terça-feira em Los Cabos, no México, devolvendo para a Europa o problema da crise na zona do euro.
A declaração final do G20 é enfática ao dizer que "as economias avançadas vão garantir que o ritmo da consolidação fiscal é apropriado para apoiar a recuperação, levando em consideração especificidades de cada país" e que, se as condições econômicas se deteriorarem, os países com mais espaço fiscal devem "estar preparados para coordenar e implementar medidas fiscais para apoiar a demanda doméstica, conforme o apropriado".

'Solidariedade' dos emergentes

O encontro também foi marcado pela definição de quanto os países emergentes chamados de Brics – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – contribuirão para aumentar o caixa anticrise do Fundo Monetário Internacional (FMI).



O grupo dará US$ 75 bilhões, sendo que Brasil, Índia e Rússia darão US$ 10 bilhões cada um, a China entrará com US$ 43 bilhões e a África do Sul, US$ 2 bilhões.
O dinheiro foi disponibilizado sob a condição de que o FMI conclua a reforma de cotas, aprovada em 2010, que daria mais voz aos emergentes no órgão.
No total, o Fundo afirmou ter levantado US$ 456 bilhões – sem a ajuda de Estados Unidos ou Canadá, que se recusaram a contribuir com um fundo para resgatar a Europa, uma das regiões avançadas do planeta.
A maior parte dos recursos veio dos próprios países da União Europeia.
Para a presidente Dilma Rousseff, entretanto, o aporte ao FMI demonstra "solidariedade grande com os países da Europa". Ela destacou o caso da África do Sul – "um país africano dando uma contribuição para um firewall (muro de contenção) europeu".
"Eu acho que é uma grande demonstração de solidariedade
."

Quinto tema Revista Veja - Geopolítica: Papel do Brasil no cenário internacional

Os tupiniquins do sul em ação

         Geopolítica: Papel do Brasil no cenário internacional



A importância do Brasil enquanto ator global tem crescido nos últimos anos e os desafios que o país enfrenta enquanto potência emergente podem motivar questões nas provas. Desde o governo do ex-presidente Lula, o Brasil busca uma vaga permanente no Conselho de Segurança da ONU e os professores sugerem que os candidatos se debrucem sobre o funcionamento dessa importante organização internacional. Em 2012, a economia brasileira se consolidou como sexta maior do mundo e, por isso, é bom estar atento às principais atividades econômicas do país também. A tentativa frustrada ou não de mediação de conflitos internacionais por parte do governo brasileiro também deve ser alvo de atenção.


           Continue acompanhando este blog

        Serão postadas futuramente outras notícias  sobre a   
        situação econômica do Brasil e sua influência na comunidade
                        internacional como um país emergente!

                                        Forte abraço

                                         Prof. Jackie





 

quinta-feira, 5 de julho de 2012

A Antártida está mesmo derretendo? O autor da Hipótese Gaia diz que foi alarmista!



Afinal, o que está derretendo na Antártida? O gelo marinho, os icebergs, as banquisas, a calota polar ou as geleiras? Cerca de 10% da área do planeta Terra é coberta de gelo e 90% desse volume está na Antártida. Mas o continente gelado não está derretendo e contribui minimamente para o aumento no volume das águas marinhas observado nos últimos anos. A afirmação é de um dos principais especialistas no assunto, o glaciólogo Jefferson Simões, coordenador do Núcleo de Pesquisas Antárticas e Climáticas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, que estuda a questão do gelo do planeta e o descongelamento. A glaciologia é uma área da geologia que estuda as geleiras, as glaciações e seus efeitos sobre a Terra.


Falta consenso

Cálculos apresentados por pesquisadores em painéis climáticos internacionais prevêem que até o ano 2100 o nível do mar poderá se elevar de 60 centímetros a 1 metro por conta de gelo que se tornará liquefeito e aumentará o volume das águas marinhas.

Em relação a isso, Simões ressaltou que é uma parte muito pequena do gelo do planeta que está derretendo - exatamente 0,7% do volume total - e a participação do gelo antártico nesse percentual é mínima.

O volume do gelo antártico corresponde a 25 milhões km3. Se derretesse todo, equivaleria a um aumento de 60 metros no nível médio dos mares.

Estudos realizados nos últimos anos e publicados em revistas científicas produziram resultados contraditórios. Alguns indicavam a perda de gelo e outros o engrossamento da camada - não há consenso dos pesquisadores. (Jurema Aprile Jornalista)

James Lovelock (autor da Hipótese gaia) admite: 'Fui alarmista sobre o clima'

Cientista que pintou um dos cenários mais radicais para as mudanças climáticas prepara livro onde diz que o aquecimento global está mais lento do que previa.


Lovelock ficou famoso ao propôr a hipótese de Gaia, segundo a qual a Terra é viva e pode ser considerada um gigantesco superorganismo



Aos 92 anos, James Lovelock, um dos cientistas pensadores mais influentes em meio ambiente - e um dos mais apocalípticos sobre os efeitos das mudanças climáticas e do aquecimento global - está revendo suas ideias. Em entrevista ao site MSNBC, ele admitiu ter sido "alarmista" em suas previsões.

Famoso por propôr a hipótese de Gaia, também conhecida como hipótese biogeoquímica, segundo a qual a Terra é viva e pode ser considerada como um gigantesco superorganismo, o britânico prepara um novo livro onde confessa que as mudanças climáticas estão, sim, em curso, mas de forma muito mais lenta do que previa no passado.

"Extrapolei, fui longe demais", diz o cientista, para quem o clima está realizando truques habituais. "Não há nada realmente acontecendo ainda. Nós deveríamos estar a meio caminho em direção a um mundo em estado de 'fritamento' agora", disse ele.

De acordo com a reportagem, em sua nova obra, prevista para ser lançada em 2013, Lovelock vai abordar possíveis caminhos para humanidade agir a fim de ajudar a regular os sistemas naturais da Terra.

A publicação será a terceira de uma trilogia que conta com a "Vingança de Gaia", sobre como o planeta está se tornando hostil aos seres humanos e como poderíamos sobreviver, e "Gaia: Alerta Final".

Na entrevista, Lovelock também apontou Al Gore com seu documentário "Uma Verdade Inconveniente" e Tim Flannery , autor do livro "Os gestores de tempo" como outros exemplos de pensadores "alarmistas" em suas previsões do futuro.





México reconta votos de Eleição Presidencial

 

Manifestantes mexicanos protestam contra resultado das eleições para presidente gritando "escândalo, escândalo".

05/07/2012

México reconta mais de 50% dos votos de eleição presidencial


A autoridade eleitoral mexicana anunciou nesta quarta-feira que serão recontados os votos de 54,5% das urnas da eleição presidencial de domingo depois de os resultados preliminares terem apontado como vencedor Enrique Peña Nieto, do PRI, que a esquerda chamou de "impostor".
Peña Nieto, que teve a sua vitória reconhecida por vários governos com base em uma contagem preliminar, foi chamado de "impostor" pelo coordenador de campanha da esquerda, Ricardo Monreal, que reiterou a denúncia de que milhões de votos tinham sido comprados.
"Não há presidente eleito (...) e quem atribuir para si este título é um impostor", disse Monreal a uma rádio. Seu candidato, Andrés Manuel López Obrador, disse na terça-feira que "não houve uma eleição justa e transparente", e acusou o PRI de ter comprado "milhões de votos".
Depois de iniciada a contagem das atas de votação, o Instituto Federal Eleitoral (IFE) indicou que serão apuradas 54,5% das urnas da eleição presidencial. A esquerda havia pedido a recontagem de todos os votos.
Além disso, serão recontados 61,3% dos votos da eleição de senadores e 60,3% da de deputados.

Essa contagem deverá confirmar se é correto o resultado preliminar que deu a Peña Nieto a vitória com 38,15% dos votos, seguido por López Obrador com 31,64%, e seu resultado será enviado ao Tribunal Eleitoral, que analisará a partir de segunda-feira as impugnações e terá um prazo para proclamar o vencedor até 6 de setembro.
Até esta data, a polêmica promete ser forte. Monreal anunciou que não aceitará a eleição para presidente do Tribunal de Alejandro Luna, criticado pelos esquerdistas por suas declarações sobre as eleições e pelo fato de ter feito parte dos magistrados "que permitiram a fraude" na eleição de 2006, também denunciada por López Obrador.

http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/mexico-reconta-mais-de-50-dos-votos-de-eleicao-presidencial




Quarto tema Revista Veja para seu vestibular e Enem - Tecnologia: internet - e Exclusão Digital

Em 2011, "Viver em rede no século XXI" foi o tema da redação do Enem. A internet, ao que tudo indica, é um assunto que veio para ficar na avaliação federal e é possível que se estenda a outros exames de seleção. A utilização da ferramenta como catalisador de mobilizações sociais, como a Primavera Árabe, pode motivar questões objetivas. Para os professores, no caso do Enem, é importante ter uma visão crítica sobre tecnologia, já que o exame costuma cobrar um posicionamento claro dos candidatos.

Comentário da Prof. Jackie

Apesar da Internet ligar o mundo num simples clik, não podemos esquecer de algo muitissímo importante quando tratamos deste tema:  Exclusão digital.

"Quando o ENEM tratou deste tema para a realização da redação de 2011 "  Confesso que fiquei muito surpresa, pois esta é uma prova de caráter nacional, ou seja, o estudante do suldo país ou das grandes capitais  e o estudante do interior do Brasil, do sertão ou das áreas de florestas brasileiras, teriam que compartilhar seu conhecimento sobre o tema. Portanto fica a dúvida: Todos eles tem acesso a internet de forma igualitária? Quantos brasileiros além de não ter acesso a internet não tem o poder aquisitivo de comprar um computador? O que faz um estudante de uma área ribeirinha de Tocantins que nunca entrou numa rede social para responder sobre o limite entre o público e o privado? Quanto mais desenvolver uma redação sobre este tema. Realmente um grande equivoco por parte dos realizadores desta prova. Prof. Jackie"

Tema da redação do Enem 2011 é 'Viver em rede no século XXI: os limites entre o público e o privado'


O que é exclusão digital?

A relação entre exclusão digital e pobreza é uma realidade mundial. De acordo com o Mapa da Exclusão Digital, que analisou os dados do Censo 2000, o nível de escolaridade é ponto de importância não só na geração de renda, mas também no nível de inclusão digital dos estados brasileiros: os cinco mais incluídos são o Distrito Federal, São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Paraná, e os cinco mais excluídos são o Maranhão, Piauí, Tocantins, Acre e Alagoas.
A melhora da Inclusão Digital está ocorrendo vagarosamente, uma pesquisa de 2005 do IBGE que 79% dos brasileiros nunca acessaram a Internet. Apenas 21% (32,1 milhões) entrou pelo menos uma vez na Internet. Do público que entra na Internet a grande maioria acessa via conexão discada, a banda larga ainda está pouco difundida.
A Exclusão digital atige as partes mais pobres do país, onde ainda não chegaram computadores, internet, celular etc. As pessoas que nunca viram ou usaram um computador é denominada Sem-Tela no popular. Muitas escolas já aderiram a laboratórios de informática, porém ainda há escolas nas regióes mais pobres que ainda não tem esse tipo de recurso.
Forte abraço e muito cuidado ao tratar deste tema.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Dois anos após tragédia causada pelas chuvas, Santa Catarina é referência


Dois anos após uma tragédia que deixou 135 mortos, Santa Catarina está novamente em situação de alerta por causa das chuvas: a previsão é de fortes temporais até domingo no estado. Pode ser uma oportunidade de testar um sistema de gerenciamento de desastres que é tido como referência pela Secretaria Nacional de Defesa Civil (Sedec).

Parte dos municípios catarinenses já está em situação delicada: 15 prefeituras decretaram estado de emergência. São 5 mil desalojados e 500 desabrigados em Santa Catarina. Ao todo, 215 mil pessoas foram afetadas pelas fortes chuvas. Mas, até agora, a única morte registrada foi a de um homem atingido por um raio.

A diferença no número de óbitos está numa medida simples: desde a última tragédia, as defesas civis municipais aumentaram a eficiência nos mecanismos de alerta à população. Não houve grandes mudanças no sistema de monitoramento climático e ambiental, considerado adequado pelas autoridades estaduais.

“Treinamos 70 mil jovens para receber essa informação como líderes comunitários. Fizemos também um documentário sobre o tema e divulgamos em todas as escolas públicas”, explica o major Márcio Luiz Alves, coordenador da Defesa Civil catarinense. Os alertas de temporais também são veiculados na internet e distribuídos aos veículos de comunicação, que replicam o aviso às populações de risco.

Na opinião do major, os órgãos públicos devem se concentrar na tarefa de fazer o recado chegar de forma clara aos moradores das áreas de risco: “Não adianta o governo investir milhões no sistema de monitoramento se ele não investir proporcionalmente num projeto de mudança cultural. A comunidade precisa saber como se comportar diante dos alertas”, afirma. Ele garante que, se as chuvas do final de 2008 se repetissem agora, as perdas seriam muito menores.

Reconstrução
- Apesar das melhorias no sistema de prevenção, as regiões atingidas ainda não se recuperaram plenamente das tragédias. Em Blumenau, a cidade mais devastada pelas chuvas de 2008, ainda há 120 famílias vivendo em abrigos da prefeitura, à espera da casa própria. Outras 96 já conseguiram um novo imóvel, por meio do programa Minha Casa, Minha Vida. Só agora a prefeitura firmou parceria com o governo federal para a implantação de um sistema de pluviômetros no rio Itajaí-açu, que corta a cidade.

Terceiro Tema - Revista Veja - Catástrofes naturais

Deslizamento de terra nos morros de Teresópolis (RJ) após fortes chuvas em 2011 - 12/01/2011 (Foto: Antonio Lacerda/EFE)



Do terremoto no Japão às enchentes que assolam cidades em diversas regiões do Brasil periodicamente, os desastres naturais devem ser olhados com atenção. Segundo os professores, é preciso diferenciar os acidentes causados pela ação humana – como o episódio da tragédia na região serrana do Rio de Janeiro – daqueles operados pela força da natureza, como o terremoto que devastou parte do Japão. Em relação o primeiro exemplo, conceitos como urbanização, ocupação territorial desordenada e déficit habitacional devem ser estudados pelos candidatos. No segundo, movimentos de placas tectônicas e formação de tempestades tropicais precisam estar na ponta da língua.
1. Tsunami no Japão


Após um tremor de 8,9 graus, um tsunami com ondas de até 10 metros atingiu o litoral japonês. Prédios pegaram fogo em Tóquio e os aeroportos da região atingida foram fechados.

A tragédia no Japão começou em 11 de março com o mais violento terremoto já registrado no país: 9 graus na escala Richter. A ele, seguiu-se o tsunami que arrasou a costa nordeste do território. Morreram mais de 15 mil pessoas, e milhares estão desaparecidas. Estradas e ferrovias foram destruídas. Faltam água, comida e combustível. Segundo o premiê japonês, Naoto Kan, é a pior crise desde a II Guerra Mundial. E o país atravessa agora a mais grave crise nuclear desde o desastre de Chernobyl, há 25 anos, na extinta União Soviética.

2. Tragédias das Chuvas

Décadas de crescimento desordenado deixaram as cidades vulneráveis à fúria das águas. O resultado são tragédias que se repetem. Este início de 2011 tem sido especialmente devastador para o Sudeste. Em Minas, dezenas de cidades declararam estado de emergência. Em São Paulo, em apenas um dia, um temporal provocou 14 mortes e parou a capital. No dia seguinte, no Rio de Janeiro, deslizamentos provocaram o pior de todos os desastres: o número de mortos na Região Serrana passa de 800, e as buscas continuam.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Os últimos dois vazamentos de Petróleo no litoral brasileiro - RJ e RS

1. Vazamento de Petróleo - Bacia de Campos/RJ


O acidente aconteceu no dia 7 de novembro, na Bacia de Campos, no litoral norte do estado do Rio de Janeiro. Segundo a ANP, a mancha continua se afastando do litoral.


Segundo Vazamento Janeiro de 2012 - Tramandaí Litoral norte do Rio grande do Sul.

O vazamento de petróleo em uma monoboia da Transpetro, da Petrobras, em Tramandaí pode ser um dos maiores registrados no Estado nos últimos 10 anos, conforme o superintendente regional do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), João Pessoa Riograndense Moreira Junior.



O defeito que causou o acidente ocorreu na ligação entre a mangueira de um navio e a monoboia 602 da Transpetro, localizada a seis quilômetros da orla. A embarcação foi identificada pela BM como o petroleiro de bandeira grega Elka Aristotle, e estaria a serviço da Transpetro. Ele despejava o óleo na monoboia, que conduziria o produto até o terminal da empresa em Osório por uma tubulação.

Quando chegou à costa, às 17h, o piche se colou à areia e causou forte mau cheiro. As equipes da Transpetro usaram ferramentas, como enxadas, para tirar a substância do solo.

O que você deveria saber sobre o novo Código Florestal


1. Código Florestal:

O que é?

Documento que traz um conjunto de regras sobre a preservação ambiental em propriedades rurais, traz uma série de mudanças e alterações no texto que o antecede.

Quais são as novas modificações?

a) Mata nativa que tem que ser preservada, De acordo com o texto atualizado , a área a ser protegida na Amazônia Legal corresponde a 80% da propriedade; 35% no cerrado; e 20% em outras regiões.

b) As áreas de preservação permanente (APPs), são aqueles locais vulneráveis, como beira de rios, topo de morros e encostas, que não podem ser desmatados.

Antes era: Os produtores devem recompor 30 metros de mata ciliar para rios com até 10 metros de largura.

No código atualizado, os produtores deverão recompor apenas 15 metros de mata para rios com largura de até 10 metros, ou seja diminuiu 15 metros.

Outra novidade é a obrigação, aos proprietários com até quatro módulos fiscais, de não exceder a recuperação em 20% da área da propriedade.
Já os proprietários de áreas maiores que quatro módulos fiscais em margem de rios, os conselhos estaduais de meio ambiente estabelecerão as áreas minimas de matas ciliares, respeitando o limite correspondente à metade da largura do rio, observando o mínimo de 30 metros e máximo de 100 metros.



c) o código atualizado porém oferece pagamento ao agricultor que preserva matas nativas, conservar a beleza cênica natural, conservar a biodiversidade, preservar a regulação do clima,  manter a Área de Preservação Permanente (APP) e de reserva legal.

Prof. Jackie

Segundo Tema Revista Veja - Meio ambiente: Código Florestal, derramamento de petróleo e Rio+20

 

Meio ambiente: Código Florestal, derramamento de petróleo e Rio+20

É bom preparar-se para questões sobre meio ambiente. O tema é recorrente no Enem e nos vestibulares. No Brasil, ainda tramita no Congresso Nacional o novo Código Florestal, que divide ambientalistas e ruralistas. Para os professores, é uma oportunidade para questionamentos sobre sustentabilidade, utilização de recursos naturais e até mesmo agronegócio. Dois derramamentos de petróleo no litoral brasileiro – o primeiro ocorrido em novembro de 2011 e o segundo anunciado em março de 2012 – também apontam para a discussão de questões ambientais. É importante não perder de vista o Rio+20, conferência que acontece em junho na capital fluminense vinte anos após a Eco92, histórica reunião que colocou o ativismo ambiental definitivamente no debate mundial.




segunda-feira, 2 de julho de 2012

Ficha Limpa: Nova legislação acabou motivando confusão durante o processo eleitoral

Os juízes eleitorais estão preocupados com a aplicação da Lei da Ficha Limpa nas próximas eleições municipais.

Sei qual a confusão que o Ficha Limpa pode causar, rsrsrrs! Nos aguardem malandragem, o povo esta de olho!
Eles temem que haja confusões em torno da interpretação da legislação. Para o presidente do Colégio de Presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais, Marco Villas Boas, mesmo com a declaração de constitucionalidade da lei, feita pelo Supremo Tribunal Federal, haverá dúvidas no momento da aplicação das novas regras. "As confusões irão surgir quando os casos concretos forem aparecendo e exigirem do Judiciário eleitoral uma interpretação da Lei da Ficha Limpa à luz do sistema eleitoral brasileiro e da Constituição Federal", afirmou Villas Boas, que também preside o TRE de Tocantins.

A lei propôs mudanças à chamada Lei das Inelegibilidades, de 1990. Determinou, entre outros pontos, a inelegibilidade por oito anos de políticos condenados criminalmente em segunda instância, dos cassados ou dos que tenham renunciado para evitar a cassação.

A nova legislação acabou motivando confusão durante o processo eleitoral, gerando dúvidas sobre quem estaria apto a se candidatar e a ser eleito naquele ano. Em 2011, o STF determinou que a lei só valeria a partir das eleições de 2012. Em fevereiro deste ano, apontou a constitucionalidade da legislação.
A Lei da Ficha Limpa também determinou que ficarão inelegíveis candidatos que tenham tido contas relativas ao exercício de cargos ou funções públicas "rejeitadas por irregularidade insanável que configure ato doloso de improbidade administrativa e por decisão irrecorrível do órgão competente", salvo em caso de suspensão ou anulação da rejeição pelo Judiciário.

http://180graus.com/politica/ficha-limpa-ainda-pode-causar-confusao-temem-tres-538720.html



1. Tema Revista Veja - Energia: acidente nuclear no Japão

 
Ativistas contrários ao programa nuclear levantam cartazes e velas para formar uma corrente humana em torno do Parlamento japonês, em Tóquio (Foto: AFP Photo/Jiji press)

 

Energia é assunto cuja presença é garantida nas provas. Os professores aconselham um estudo aprofundado sobre vantagens e desvantagens das diferentes matrizes energéticas do Brasil e dos principais atores globais. O acidente nuclear na usina de Fukushima, no Japão, após o terremoto seguido de tsunami que atingiu a costa nordeste do país, reacendeu a discussão sobre o assunto. Na Europa, a Alemanha fechou metade de suas usinas e pretende aposentar mais nove reatores até 2022. No Brasil, o Plano Nacional de Energia prevê a construção de quatro novas usinas até 2030, além de Angra 1 e 2, que já operam, e Angra 3, que deve ser inaugurada em 2015. Também no capítulo energia, vale lembrar as controversias causadas pela construção da usina de Belo Monte, no Pará. Planejada para ser a terceira maior hidrelétrica do mundo, Belo Monte vem provocando reações de grupos de preservação, que questionam os impactos ambiental e humano.

domingo, 1 de julho de 2012

Nove temas da atualidade Segundo a revista VEJA que podem cair no Enem e nos vestibulares - AGUARDEM PUBLICAÇÕES DOS NOVE TEMAS NESTE BLOG


     Os estudantes já sabem que, para conseguir a aprovação nos vestibulares mais concorridos do país, incluindo o Enem, é preciso dedicar-se aos temas da atualidade. A leitura de sites, revistas e jornais, portanto, é prática obrigatória. "Os exames de seleção exigem que o aluno seja capaz de transcender a informação: ele deve saber interpretar os fatos, além de relacionar as novidades com o conteúdo aprendido em sala de aula. Em geral, não é preciso decorar nomes, datas e acontecimentos", diz Alberto Nascimento, coordenador do Anglo Vestibulares.
  
Não existem provas específicas de atualidades no Enem e nos vestibulares. O que há, de fato, são disciplinas como história e geografia fazendo uso de fatos recentes para abordar o que foi aprendido ao longo da vida escolar. A constante atualização auxilia no desenvolvimento de outra competência exigida pelos vestibulares, e também pelo Enem: a fluência na leitura. "O Enem traz enunciados longos e cheios de informação. Quem tem a leitura como hábito, atravessa com mais facilidade esse terreno arenoso, além de dispor de uma concentração mais apurada".

   Outra razão importante para que os candidatos mantenham o olho no noticiário é o fato de que as informações jornalísticas podem enriquecer a argumentação, tão valorizada na prova da segunda fase dos vestibulares e na redação. "Ou o candidato tem um bom repertório ou a dissertação não para de pé", diz Samuel Loureiro, professor de atualidades do Cursinho do XII.
  
    Para manter-se bem informado e preparado para a maratona de vestibulares,  algumas orientações.

. A primeira delas é filtrar os assuntos mais importantes do noticiário. O importante é identificar tópicos de relevância e aprofundar-se neles. "O problema de muitos alunos é que eles leem, mas não absorvem. Preocupados em decorar, se esquecem de interpretar a notícia", diz Célio Tasinafo,

. Outra orientação é fazer da leitura um hábito. "Se não é possível acessar um portal ou ler um jornal todos os dias, ter em mãos uma publicação semanal é indispensável", diz Alex José Perrone, professor de atualidades .